Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #56 – 13 de Maio

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Repassamos as origens, particularidades e desdobramentos da escravidão negra no território que hoje é o Brasil. Para tal, Matias Pinto e Filipe Figueiredo receberam Luciano Jorge de Jesus, professor de educação física da rede estadual de Minas Gerais, e Davi “Agathocles” Correia, professor de sociologia da rede estadual de São Paulo.

Também tratamos do racismo no esporte e como o futebol colaborou para combater, ou para manter, o pensamento racista. Fechamos com a lenta inserção política do negro no Brasil republicano, a atual demografia brasileira e tentamos desmistifcar algumas comparações que são feitas atualmente.

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7 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #56 – 13 de Maio”

  • Excelente trabalho. Este episódio conseguiu ficar ainda melhor que a média.
    Em diálogo com os outros ouvintes, lavar a louça é contra a minha religião, serviço realizado pela máquina lava-louças. Então eu jogo europa universalis IV ou stellaris enquanto ouço os episódios.

  • O trabalho de voces é absurdo, fora da curva.
    Um único “sugerimento” como diria dunga, efemérides não clubistas sobre o futebol

  • Allan Thiago disse:

    Simplesmente incrível esse episódio! Não há descrição menor do que acachapante!

    Agora, algo precisa ser dito: passou da hora de uma equipe gabaritada e bem embasada como a da Central 3 e Xadrez Verbal produzirem um podcast nas medidas de “Uncivil” da Gimlet Media, como um registro da experiência preta no Brasil… Aliás, fica essa dica.

    Forte Abraço!

  • Jonathan Machado disse:

    Muito bom esse episódio. Eu, como uma pessoa que gosta muito de pesquisar e ler sobre os primórdios do futebol carioca gostei muito de ouvir sobre o tema que se é tão fundamental hoje era mais ainda naquela época e queria só adicionar algumas coisas.

    O trabalho de Mário Filho é essencial, com certeza, mas nós infelizmente temos poucas fontes para dialogar com ele, fazendo com que muitas coisas fiquem maior embasamento. É perceptível no seu trabalho como ele esquiva o Flamengo da questão racial e como colocar o Fluminense no centro, quando na realidade eram todos times da aristocracia que aceitavam negro só por causa do desempenho, como vocês falaram, e com o devido recorte de classe.

    A hitória que ele conta sobre Carlos Alberto e o episódio do pó-de-arroz é questionada por Marcos Carneiro de Mendonça, amigo pessoal de Carlos Alberto e que trocou América por Fluminense junto. Essa entrevista é fácil de se achar na internet, se não me engano de 1985, em que ele fala que era um costume do Carlos Alberto passar talco pós-barba desde os tempos de América, e com a saída conturbada do tijucano seus torcedores passaram a provocá-lo. Lembrando que na época do fato Mário Filho ainda não acompanhava o futebol carioca de perto era uma criança e morava no Recife.

    Esse evento não nega nenhum racismo das torcidas nem dos clubes, a versão de Marcos Carneiro de Mendonça só reforça o que concordamos sobre a época, de que o preto não prestava quando era do time adversário. Além do mais, o próprio Fluminense já havia contato com mulatos em seus quadros anteriormente, com o primeiro registro em 1910, porque se jogava bola e era de família de posses não era rejeitado pelos clubes.

    Abraços.

  • Diego Silva disse:

    Cada vez que escuto esse programa questiono mais ainda minha escolha pela Engenharia hahaaha
    Mas brincadeiras à parte, mais um excelente programa! Meus parabéns!!
    Abraços.

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