Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #81 Peru

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La Blanquirroja

Cruzamos a última fronteira dos nossos vizinhos! Quer dizer, o último país filiado à CONMEBOL. Conhecemos o Peru, para um programa que despertou o espírito da 5ª Série em nós.

Desde a Antiguidade, passando pelo Tahuantinsuyo – conhecido como Império Inca – até a chegada dos espanhóis. Claro, com uma certa delimitação, já que já falamos bastante sobre o período incaico quando visitamos Bolívia, Chile e Equador.

O Vice-Reino do Peru também foi o último bastião realista espanhol na América, e você vai entender aqui o motivo. A partir da independência, relembramos os conflitos externos e internos, envolvendo a última guerra do continente e o Sendero Luminoso, respectivamente.

No mais, entramos na CANCHA, para falar dos seus clubes, ídolos e da Copa América conquistada no CARA OU COROA!



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11 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #81 Peru”

  • Fabricio Gonçalves disse:

    O Coronel Bolognesi disputou a Libertadores de 2008. O primeiro jogo deles na história da competição foi justamente contra o Flamengo, 0x0 na sua cidade (Tacna), acabou fazendo 2 pts nesta campanha, o outro empate foi contra o Cienciano, também em casa. Lembro de forma amarga deste jogo pelos gols perdidos (teve um absurdo do Obina no fim do jogo), pois no fim da primeira fase, na tabela geral o Flamengo e Fluminense empataram em pontos (13), e o time tricolor terminou a frente no saldo de gols, assim com a melhor campanha no geral.

    Oitavas de final: Fluminense x Atlético Nacional / Flamengo x América (MEX), enfim, o resto da história acho que todos sabem o final, qual tento esquecer a 11 anos.

  • Juliano Julio disse:

    Com todo respeito mais não da para comparar o Valdívia com o Cueva, pelo amor de Keanu Reeves, o mago teve seus problemas, mas o cara entregou bola, faturou uma copa do Brasil, não ficou de mimimi e jogou a serie B. O cara era cachaceiro? Era chato? claro que era! Mas não comparem ele com qualquer zé ninguém.

  • Glauco Ercico Rocha da Silva disse:

    Fala Filipe, fala Matias.
    Gostaria de fazer uma correção. O Paolo Guerrero não foi campeão da Libertadores pelo maior time de futebol das Américas, o Sport Club Corinthians Paulista. Aliás, ele nunca ganhou esse troféu. No Corinthians, ele chega somente no segundo semestre justamente para jogar o Mundial de Clubes.
    Forte abraço a vocês, sou grande fã e já maratonei o Fronteiras Invisíveis duas vezes. O trabalho de vocês ajudou a motivar ainda mais meu amor por História, graduação que ainda quero ter um dia. Mandem abraços para o pessoal de Engenharia Elétrica (que se Deus quiser me formo esse ano) da UNIOESTE, Foz do Iguaçu.

  • Bom programa, como sempre.

    Vocês poderiam aproveitar os 15 anos do título da Eurocopa da Grécia e fazer um programa sobre eles, teria muito conteúdo sobre e com certeza ficaria muito bom.

  • Lucas Conrado Silva disse:

    Esperei muito por esse episódio. Visitei o país em 2014 e fiquei fascinado pelo tanto de história que vi por lá!

    Alguns breves comentários:
    1) estou ouvindo o episódio a poucos dias de o Brasil enfrentar a Argentina no Mineirão. Pela estatística, 50% das derrotas do Brasil em jogos oficiais por aqui foram no Gigante da Pampulha! Oremos.

    2) Ainda no ramo do futebol, o Matias comentou sobre o estádio que é a casa da Seleção Peruana. Fiquei me perguntando qual seria o estádio da Seleção Brasileira. É o Emirates Stadium ou o Wembley?

    3) Sobre Callao, eu diria que é uma mistura de Santos com Guarulhos. Está na região metropolitana de Lima e fica ali o principal aeroporto internacional peruano. Uma curiosidade, o trânsito de Lima é caótico, parece Mad Max. Os carros mudam de faixa sem dar seta ou qualquer sinal. Às vezes buzinam pro outro motorista não bater. Boa parte deles está amassado, enferrujado ou arranhado, mesmo os mais novos. E mesmo em Miraflores, o bairro mais nobre da capital. Tô comentando porque pegamos um taxi no aeroporto de Callao para Lima. E era provavelmente o ultimo carro inteiro da região. O cara nos deixou na capital e ao manobrar para voltar ao aeroporto, bateu o carro.

    E finalmente, terminando o episódio do Peru, vou ouvir novamente o da Croácia, só de raiva. Fiz um processo seletivo ontem e estava indo bem nas provas, acertando os estados e capitais num mapa em branco, entre outras questões. Aí veio a pergunta “Qual é a capital da Croácia?” Fiquei entre Belgrado e Zagreb, ouvi a voz do Filipe falando os nomes das duas cidades, chutei Belgrado…

    Enfim, trabalho excelente mais uma vez! O podcast de vocês é um exemplo de profissionalismo, de roteiro, edição, captação de audio e de outras características que o jornalista lá disse que podcast brasileiro não tem!

    Abração

    Lucas Conrado
    30 anos
    Comissário de bordo desempregado (espero que isso mude em breve, apesar de Belgrado)
    Vespasiano – MG

    • Lucas Conrado disse:

      Esqueci de comentar, vocês falaram do jogador Índio, nascido em Palmeira dos Índios enfrentando o Palmeiras. Esperei algum comentário de vocês sobre isso!

  • José Carlos Junior disse:

    Ainda sobre seleções que se dão bem na maioria das vezes contra o Brasil: França é o nosso maior carrasco, o Brasil é freguês no futebol masculino e feminino, hein?! Falando em futebol feminino, fica aqui uma sugestão: além do histórico masculino, quando for possível vocês poderiam falar sobre as mulheres também. Seria mais assunto para as conversas de bar com os amigos e as amigas.

    Forte abraço, Matias e Filipe!

  • Thiago Viana Meirinho disse:

    Olá meus nobres!
    Gostaria primeiro de agradecer aos excelentes conteúdos dos podcats lançados por essa dupla, ouço tanto o fronteiras como o Xadrez Verbal e sempre recomendo para meus alunos em minhas aulas de Geografia e Atualidades.
    Há uma rivalidade muito interessante entre Brasil e Peru, porém em outro jogo, um E-sport ou E-Competition, como diria um outro Podcaster!
    Essa rivalidade é no Dota 2, E-sport que paga as premiações mais caras do mundo, brasileiros e peruanos vivem em eterno conflito, recheado de altas doses de Xenofobia e preconceito, bastante comuns no ambiente tóxico desses jogos on-line.
    A rivalidade é tanto no cenário casual como nas partidas competitivas, com ambos tendo acesso de raiva uns com os outros.
    Nos campeonatos oficiais as vagas da região Sul americana sempre ficam entre times brasileiros e peruanos.

  • Conheci este espaço a partir da indicação na descrição do vídeo do Ubira Leal no Youtube sobre a rivalidade entre Peru e Chile. Então, ouvi todos os podcasts sobre os países sulamericanos mais o especial sobre a Copa América, porque viciei em ouvir o programa. Sempre aprendendo mais. Gostaria de fazer algumas considerações sobre o último episódio e os outros que já escutei:

    1- Peru: incrível como um país pode ter tantos momentos/movimentos conturbados e ainda seu povo ter a riqueza cultural de um domínio regional tão grande tal qual fora dos Incas (quechua).

    2- Venezuela: adorei a música de encerramento de Simon Díaz. País que fiz um trabalho na sexta série do colégio e só não escrevi sobre em um livro de ficção aos 14 anos por causa da pesquisa, na época, sobre a Angola. Daí por diante, o meu destino “descruzou” da Venezuela.

    3- Bolívia: é satisfatório saber que o país responsável por me trazer de volta ao contato com a língua espanhola foi abordado da forma que foi. Já há trabalhos na área de Economia a respeito do particular regional do Altiplano (Bolívia, principalmente, e Peru) comparando com o isolamento das nações centrais da Europa dos Alpes (Áustria e Suíça). Ou seja, por que raios as duas últimas prosperaram e as duas primeiras não? Inclusive, destaca-se o crescimento pujante recente dos governos Evo Morales dá a esperança de um dia chegar lá.

    4- Paraguai: Visitei Ciudad del Leste, espero nunca precisar voltar lá. Não sei como sobrevivi, mas sei o quanto os paraguaios são apaixonados pela política, pelo futebol e pelo espírito patriótico (seis da tarde tudo para no Paraguai para cantarem o hino e todos viram para a direção de Assunción onde a bandeira do país é hasteada na residência presidencial).

    5- Chile: A música de encerramento eu ouvi em uma rádio pela internet (rádio espanhola ou argentina, não me recordo bem) e acabei pensando: “Um dia eu volto a ouvir e descubro qual é a música…”.

    6- Uruguai: Aqui gostaria de afirmar que lembrei muito da viagem a Montevideo e o passeio de City Tour feito. Agora entendi tudo que foi falado e compreendi melhor ainda a identidade uruguaia. Só por curiosidade, a música “En mi país” de Alfredo Zitarrosa é uma espécie de hino popular de protesto ao período repressor em terras celestes. Tipo “Tempo Perdido” da Legião Urbana nos anos 80. Sobre uruguaios que jogaram no Inter, esqueceram do Diego Aguirre – depois venho a ser técnico – e do Nico López, este já se encontrava no plantel durante a publicação do podcast.

    7- Equador: Como os tempos mudaram desde a postagem do podcast sobre o Equador. De Rafael Correa a prisão de Assange. Tempos loucos. Tão loucos que o país passou a dolarizar a economia local.

    8- Argentina: Agora entendo melhor o orgulho portenho e a minha identificação com o San Lorenzo de Almagro, meu segundo time de coração (não tenho qualquer influência familiar ou algo assim, comecei a torcer na final da Copa Mercosul contra o Flamengo),

    9- Colômbia: Não teriam por acaso como fazer um episódio apenas com a Colômbia antes do século XIX? Ah, achei que iriam colocar a música “La Tierra del Olvido” de Carlos Vives, :O.

    10- Copa América: legal poder acompanhar os fatos separados e, por último, juntos de forma cronológica. Fica claro as nuances, as similaridades, além das articulações muito conjuntas da região. Óbvio, há lá suas exceções, embora não sejam tão exceções assim.

    Gostaria de sugerir algumas pautas:

    A) Poderiam fazer um programa somente sobre a região da Prússia, onde hoje fica a região de Brandemburg? Inclusive há um time, na Alemanha, na região de Nordrhein-Westfalen (outra região legal da Alemanha para abordar em um podcast) chamado Preußen Münster de uma cidade chamada Münster – totalmente católica – o qual seus torcedores até hoje alimentam o sentimento de serem prussianos antes de serem alemães;

    B) Queria muito um podcast a respeito da região tártara na Rússia. Lá fica o time do Rubin Kazan, bastante perseguido por diversos regimes vindos de Moscou. O Tartistão quase não se fala russo e é o lugar mais tolerante às religiões na terra da vodka.

    C) Teria como fazerem um sobre a Moldávia? Queria ter uma noção sobre a região da Bessária onde a minha parte de pai veio. Hoje, eu seria considerado com origem russa (Império Russo a Bessária fazia parte), embora seja tecnicamente moldava.

  • Leonardo Sul disse:

    Muito bom o programa, sensacional como todos.
    Estou viciado no Fronteiras Invisíveis do Futebol. Como Geógrafo e amante da história do Futebol, eu já deveria conhecer o programa a mais tempo.

    Obs: aos 52:30 vocês mencionaram que só 4 países venceram o Brasil em jogos oficiais e se esqueceram da vitória Paraguaia ppr 2×1 em São Januário, pela última rodada da Copa América de 1949. Jogo esse que forçou o jogo extra, que acabou sendo a final de fato, vencida pela Brasil por 7×0 também em São Januário.

    Sugestão: gostaria de pedir um programa sobre a Galícia. Uma região com movimentos separatistas e fundamental para o desenvolvimento do nosso idioma. Anteriormente o Portugalego.
    A história galega é muito associada a tentativa de autonomia nacional e cultural frente ao imperialismo castellano.
    E o futebol já serviu recentemente para demarcar isso e ainda estreitar laços com Portugal.
    O Celta de Vigo (los portugueses) e o Deportivo D.A. Coruña também fazem parte disso.

    Abraços.

    • Leonardo Sul disse:

      Ah, esqueçam, ignorem minha sugestão. Kkk

      Só agora ouvi um programa que informava que o 1° programa era sobre a Galícia. Uma pena que não tem os 20 primeiros no Spotify. Vou ouvir pelo site.

      Abraços!

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