Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #93 História da Lituânia

OUÇA O PODCAST

Vamos aproveitar a efeméride e conhecer mais da História desse país e sua cultura, prensada entre diferentes mundos.

A unificação sob Mindaugas, o paganismo lituano, as alianças com a Polônia, as cruzadas, as guerras mundiais, seus processos de independência de mãos dadas com os vizinhos etc.

Tudo isso temperado com um pouco de esporte, principalmente o basquete, e a surpreendentemente célebre comunidade lituana no Brasil, além da coluna do Ubiritan Leal, o Livro, sobre o principal clube do país!

Posts Relacionados

16 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #93 História da Lituânia”

  • Luís Felipe Gonçalves disse:

    Filipe, eu tenho um grupo de RPG, e um amigo meu vai iniciar uma campanha com um sistema que ele criou onde os jogadores são reis, com reinos para administrar. Eles não tem o conhecimento sobre história, mas na hora que ele sugeriu eu pensei e declarei em alto em bom som: “Serei então, Rei Mindaugas”. E quando ele falou que iria ter sistema de credo, eu imediatamente declarei que seria um rei judeu kkkkk. Não era obrigatório a escolha de uma religião real, mas para completar a piada na minha mente, valeu a pena. Um abraço, e meu maior sonho seria ouvir você num Nerdcast RPG hehehe.

  • Fabricio Presilli disse:

    Filipe, MAtias, excelente podcast, como sempre. Só faltou falar do bairro mais lituano de SP, a vila Zelina. Vale passar lá e pegar um kugelis (uma torta de batata com bacon), ou ir à feira do leste europeu, com representantes de diversos países da região e suas culinárias ou bebidas típicas (sim, tem cerveja tcheca). Abraços!

  • Gabriel Gonzalez disse:

    Wena Mati y Filipe!

    Um personagem de descendência lituana bem famoso aqui em Oz(Osasco) era o Papai Noel do Plaza Shopping (sim, aquele shopping que explodió en los anos 90), Vitautas Sakatauskas e a irmã dele Analice tem uma avenida em sua homenagem também.

    Un grande Abrazo!

  • Manoel Martins disse:

    Olá Matias e Filipe!

    Sobre a relação matrimonial entre brasileiros e lituanos, em que vocês citaram o caso do Jair Ventura, lembrei de outro: o nosso maior medalhista olímpico, Robert Scheidt, é também casado com uma lituana, Gintaré Scheidt, que por acaso também é velejadora, medalhista olímpica em Pequim 2008 e campeã mundial de sua classe em 2012, além de ter sido porta-bandeira do seu país nas Olimpíadas do Rio, em 2016.

    Um abraço à distância desde Pombal-PB, e fiquem em casa!

  • Luys Phelippe Gomes disse:

    Fala Matias e Filipe. Nesse tempo de quarenta nada melhor que ouvir os programas do Fronteiras, inéditos e também os que já foram ouvidos. Um tema bom pra um futuro próximo seria o da Companhia das Índias Orientais Holandesas. Uma coisa que vocês podiam fazer, quando estiverem falando dos dados atuais do país, ali no final do programa, podiam falar das cores da bandeira e o que elas significam, ou então símbolos, monumentos (como na bandeira do Afeganistão), igual quando em algumas vezes falam da Índia, no Xadrez Verbal, e explicam o que cada cor representa, é uma curiosidade muito boa. Saudações de Goiânia.

  • Heitor Loureiro disse:

    Obrigado pelo programa, amigos! Vou compartilhar com os vários alunos que tenho que são descendentes de lituanos!

    Como dica de leitura, deixo aqui os livros “Identidade Em Conflito: Os Imigrantes Lituanos Na Argentina, No Brasil e no Uruguai” além do “Imigração e Revolução: Lituanos, Poloneses e Russos sob Vigilância do Deops” do historiador Erick Reis Godliauskas Zen, também egresso da FFLCH.

    Abraços!

  • Rodolpho Pinto disse:

    Parabéns mais uma vez. Ótimo programa como de costume.

    Infelizmente, no programa sobre Venezia, eu comentei pela 1ª vez e os comentários não puderam ser lidos, espero que sejam lembrados para o próximo episódio.

    Vocês precisam disponibilizar os PDFs desses episódios…ouço, geralmente, durante deslocamentos de carro e fico com a sensação de que não consigo aprender tudo….preciso ler!!! rs

    Grande abraço, saudações botafoguenses de um descendente do Vêneto!

  • FABRICIO PRESILLI disse:

    Salve pessoal! Grande episódio, apesar da dificuldade na pesquisa sobre o futebol lituano. Vale lembrar da grande comunidade lituana em SP, na Vila Zelina, perto da Vila Alpina. Tem muitas lojas que vendem produtos típicos e uma feira com comidas e bebidas do leste europeu (sim, tem cerveja tcheca). Abraços!

  • Cícero Porto disse:

    Boa noite, Matias e Filipe!

    Mais um ótimo programa! Sou ouvinte faz algum tempo já, mas nunca havia comentado antes. Venho porque vocês solucionaram uma curiosidade que já até esquecia que tinha. Tenho a tal da camisa do Hearts com patrocínio do banco aquele, achado de promoção muitos anos atrás. A camisa:

    https://scontent.fpoa13-1.fna.fbcdn.net/v/t1.15752-9/90427469_1282975538563222_2565955291040448512_n.jpg?_nc_cat=100&_nc_sid=b96e70&_nc_ohc=4mDPYjdY2QkAX_W6xA1&_nc_ht=scontent.fpoa13-1.fna&oh=de377e9feec6fa3c973736da311e4275&oe=5E9A5A94

    No aguardo dos próximos!

    Abraços,
    Cícero

  • Salve Filipe e Matias! Pra variar, excelente programa!

    O Matias ficou na dúvida se o Victor Luís foi treinado pelo Jair Ventura, e sim, isso aconteceu em 2017, ano em que os botafoguenses tivemos a ousadia de sonhar. Um grande abraço para vocês.

  • Olá, caros Matias e Filipe. Como vão?
    Nunca comentei aqui, mas dessa vez julguei necessário.
    O Matias comentou sobre a utilização do âmbar em crianças recém nascidas, ele comentou sobre as propriedades anestésicas, fui pesquisar por ter uma afilhada que começou a nascer os dentes, no entanto, encontrei uma matéria onde mostra que esse efeito não é provado cientificamente e a utilização destes colares já provocaram mortes por asfixia, casos em que crianças engoliram ou se enrolaram com os colares. Acredito que vale a ressalva para ouvintes que possam vir a adquirir. Um forte abraços a vocês, parabéns pelo trabalho.

  • Erick Monteiro disse:

    Moro em Vilnius há um ano e escutei o podcast com minha namorada lituana, a pronúncia do lituano rendeu algumas risadas aqui.
    Uma curiosidade é que o Paulinho (volante da Seleção brasileira nas Copas de 2014 e 2018) jogou por um ano no extinto FC Vilnius, de julho de 2006 até agosto de 2007.

    Parabéns pelo ótimo programa.

  • Paulo Peiker disse:

    Oi, pessoal! Muito bacana o programa, como sempre.

    Queria deixar uma pequena sugestão de tema para o pós-quarentena: Belarus, ou algum outro país onde o futebol não parou.

    Seria uma forma interessante para colocar em um perspectiva a continuidade do futebol nestes lugares em meio à pandemia.

    Abraços!

  • Caros Filipe e Matias,

    O programa sobre a Lituânia me lembrou do quanto eu acho curiosa a existência do exclave Kaliningrado, ali do lado. É um lugar com o genoma do programa! Esses dias eu até estava vendo o Street View e a influência germânica na arquitetura é bastante interessante. Sem contar a importância estatrégica de Kaliningrado para a Rússia.

    Vocês já fizeram muitos programas sobre os países da Ex-Iugoslávia, mas eu adoraria um Fronteiras sobre o Império Austro-Húngaro, que para mim é uma das coisas mais loucas que já existiram na história. Os Habsburgo então, nem se fala.

    Abraços e parabéns pelo programa!!

  • Francisco Augusto da Silva Neto disse:

    Parabéns Felipe e Matias pelo programa muito bom. Quando se fala de Lituânia só me lembro de Polly do desenho Turminha da sala 402, que eu assistia muito na infância. Essa personagem é oriunda de lá, está sempre falando de seu país e exaltando seus costumes (alguns um pouco bizarros para nós)

    De tanto vocês falarem do Europa Universalis me deu vontade de jogar. Eu sou muito fã da série Total War e imagino que ele seja tão bom quanto.

    Falando nisso, vocês poderiam fazer um programa sobre a “Eurocopa Universalis” falando quais seriam as seleções, escalações com base nos jogadores atuais, principais rivalidades e favoritos ao título.

    Abraço e muito obrigado pelos programas. Eu sou mestrando em física e sou professor no IF Baiano, na época de fazer vestibular fiquei em dúvida se fazia física ou história, pq são as duas disciplinas que mais adorava, mesmo escolhendo o lado cientista ainda mantenho romance com a história e acompanhar os trabalhos do Felipe (Nerdologia, Fronteiras etc.) É um prazer inenarrável.

Deixar um comentário para Luís Felipe Gonçalves Cancelar comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode usar algumas tags HTML:

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>