Xadrez Verbal

Xadrez Verbal #164 Bolsonaro

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Matias Pinto e Filipe Figueiredo vão até os Estados Unidos, falar das últimas notícias em relação ao país: caravana de imigrantes, atentado em sinagoga, eleições de midterm, mudanças na lei de nacionalidade etc.

Passamos pelo sul da Ásia, onde tem crise constitucional no Sri Lanka, estátua gigante na Índia, acordo em Myanmar e blasfêmia.

E, principalmente, ficamos aqui no Brasil, avaliando o que já saiu sobre a política externa do presidente eleito Jair Bolsonaro, os riscos e ganhos possíveis. Além, é claro, da recepção internacional ao resultado.

Além da tradicional aula da professora Vivian Almeida, desta vez tratando sobre as reservas internacionais, tivemos a volta da Ana Luisa Demoraes Campos, que explicou o auto Menino Neymar.

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25 comentários em “Xadrez Verbal #164 Bolsonaro”

  • Eu sei que talvez eu devesse fazer tal comentário no último fronteiras invisíveis, mas vamos lá existe a possibilidade de rolar um fronteiras sobre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso? como um sul-mato-grossense gostaria de ver um pouco da nossa história e futebol por aqui apesar de não ser dos melhores kk. Enfim mais um ótimo programa essa semana.

  • Filipe Assunção disse:

    Um abraço para vocês e ainda no assunto Cold Case. Lilly Rush foi crush de vários adolescentes e um episódio marcante, além do Orwell foi de um assassinato em um campo de japoneses durante a Segunda Guerra nos EUA. Abraço!

  • Vinícius Chaluca disse:

    A Ureia importada da Arabia Saudita, provavelmente vai pra a fertilização, apenas descobri por causa de uma viagem que fiz com o meu pai, para o interior do paraná enquanto escutava vocês, tanto, que enquanto passávamos em rodovias que cortam as lavouras, ele me mostrava uns acumulo de areia amarelada no meio das plantações, espero que o meu pai tenha ajuda na compreensão. forte abraço

    • Renato Barela disse:

      Vinícius, bom dia!
      Acredito que os montes que tenha visto sejam algo como Calcário e/ou Gesso, uma vez que a ureia se desintegraria deixada ao relento.
      A ureia costuma ser utilizada como integrante de fertilizantes pois ela fornece apenas o N nas formula NPK, assim como também muito utilizada para suplementação na alimentação de gado (não se apenas bovinos).
      Atualmente no Brasil possuímos algumas plantas de fabricação de Ureia da Petrobras e uma ou outra Privada, porém a Petrobras anunciou que irá hibernar suas plantas de produção de Ureia em 30/01/2019, estas plantas produzem Ureia, Amônia e Harla. Sem contar quem em Três Lagoas-MS existe uma FAFEN – Fabrica de Fertilizantes Nitrogenados que foi “abandonada” com 70 a 80% completada sua construção e que atualmente faz parte do pacote de itens a serem vendidos. Com esta planta o Brasil que atualmente importa 2/3 da ureia que consome, passaria a importar apenas 1/3. Existia também um projeto da Petrobras para outra FAFEN em Uberaba-MG que completaria este ultimo terço.

  • Lucas Duarte disse:

    Se rolasse um possível conflito com a Venezuela estaríamos lascados. Além de todo investimento que vocês disseram, comecei um trabalho com refugiados venezuelanos e boa parte da população que tem formação militar no último da escola básica.
    Um abraço pro meu colega de trabalho Rafael Forsseto!

  • Pedro Henrique de Oliveira Costa disse:

    já que falaram sobre os convertidos, não digo que sou um, mas escolhi focar minha graduação em antropologia em américa latina por culpa do matias, e inclusive já me inscrevi em aulas de espanhol para o próximo semestre, gostaria que vcs citassem o ELA (departamento de estudos latino americanos da universidade de brasília) que está precisando de alunos pras suas matérias pra quem estuda na unb

  • Filipe,
    Você não acha que um movimento de caravanas como esse, lembra um satyagraha? Claro que, se eles não adotarem a tática de usar pedras.
    Mas me parece que o ponto fraco do Trumpismo seria um satyagraha na américa, e esse movimento das caravanas é um exemplo disso. O difícil mesmo vai ser manter o povo na não violencia, sem um líder como Gandhi.

  • Filipe Assunção disse:

    As midturns segundo a legenda de House of Cards na Netflix significa “intercalares”. Vi isso agora na sexta e última temporada. De Taubaté-SP

  • Alexandre Bitencourt disse:

    Ola,

    Tem algum lugar onde eu possa ler mais sobre essa questão de imigrar não ser ilegal (texto do Itamaraty, sei la)? Ja procurei textos sobre isso mas não acho nada que pareça confiável.

  • Raffael Silva disse:

    Olá Matias e olá Felipe! Há alguns meses comecei a ouvir o Xadrez Verbal e desde então minha visão de politica externa mudou completamente. Sou muito grato à vocês por estarem sempre divulgando informações claras, apesar de de vez em quando rolar um menino Neymar igual o Matias mandou no último programa.
    Enfim, gostaria de pedir um abraço e também espero comentar muito mais daqui em diante.

  • Fernandinho Nascimento disse:

    Fala pessoal,

    Quando estava na quinta série lá na década de 80, a professora de geografia levou um Globo pra sala. Cada aluno girava o Globo, fechava os olhos e apontava um país, esse seria o tema do trabalho de casa pra apresentar pra turma.

    Meu dedo caiu no Sri Lanka! Meu trabalho só tinha o nome da capital, população e plantação de arroz… ou seja, o parágrafo que achei na Barsa.

    Falem do Sri Lanka, ajudem as futuras gerações!

    Sds,
    Fernando Nascimento
    Vila Velha – ES

  • Fernando Nascimento disse:

    Fala pessoal,

    Quando estava na quinta série lá na década de 80, a professora de geografia levou um globo pra sala. Cada aluno girava o globo, fechava os olhos e apontava um país, esse seria o tema do trabalho de casa pra apresentar pra turma.

    Meu dedo caiu no Sri Lanka! Meu trabalho só tinha o nome da capital, população e plantação de arroz… ou seja, o parágrafo que achei na Barça.

    Falem do Sri Lanka, ajudem as futuras gerações!

    Sds,
    Fernando Nascimento
    Vitória-ES

  • Pedro Freire disse:

    Olá Felipe e Matias,

    Parabéns pelo programa! Escuto vocês desde os primeiros programas e aprendi muito nesse tempo. Apesar de eu não ser da área, graças a vocês, hoje eu posso me informar e opinar com propriedade sobre o assunto.

    Mas surgiu uma curiosidade neste último programa. Como funcionaria o processo de transferência da embaixada brasileira em Israel? Isso é uma decisão exclusivavente do executivo? Ou o legislativo tem que autorizar?

    Um Abraço,

    Pedro Freire
    Mairiporã-SP

  • Saudações caros Filipe e Matias!

    Moro no Japão, na cidade de Nagóia e fiquei em dúvida com relação ao nome de uma das cidades no Japão pronunciado pelo Filipe. Tenho a impressão de tê-lo escutado pronunciar “Hamatsu” (inclusive em outro programa), porém o nome da cidade é HamaMAtsu, uma das cidades com maior número de brasileiros no Japão, se não for a maior, aonde está localizado um dos consulados brasileiros no país. Apenas complementando a informação dada por vocês no programa, atualmente o número de brasileiros residentes no Japão está em torno de 200.000, com tendência a aumentar.

    Gostaria também de pedir um salve, se possível, para minha esposa, Yasmin Ito, que foi secretária de seção para o consulado brasileiro em Nagóia nos dois turnos da eleição e teve que lidar com alguns problemas causados por apoiadores do presidente eleito.

    Por fim, gostaria de parabenizá-los pelo excelente programa! Fico aguardando ansiosamente o Sábado de manhã (também conhecido como noite de Sexta no Oeste do Atlântico) para poder ouvi-los. Neste jogo de xadrez, vocês são os reis!

    Diogo Pinto
    Nagóia, Japão

  • Anauã Carmo Vilhena disse:

    Eu ainda estou chocada que ano passado vocês não mencionaram nas efemérides os 60 anos da ida ao espaço da melhor astronauta que esse planeta já teve: Laika.
    Acho que vocês podiam fazer uma menção honrosa a essa heroína!

  • leonardo mattos disse:

    OU aqui em minas gerais, mandamos para o estrangeiro por ano, em minério ,3 metros de solo de alagoas ,,, por ano,e tem estado q elegem senador com 40mil votos,kkkkk

  • David Onezio Moraes disse:

    Ótimo programa como sempre, atendendo ao chamado, aqui esta mais um ouvinte rondoniense. Só tenho a agradecer ao Filipe e Mathias pelo xadrez verbal que abriu as portas de outros podcast da central3 pra mim, principalmente os de futebol. Porto Velho te abraça.

  • Alexis Petri Costa disse:

    Pessoal, como sempre, ótimo programa.
    De forma bem breve, esterilização é a emissão de título com o objetivo de “enxugar” excesso de moeda estrangeira. Isso se fez necessario durante o período Mantega, quando o excesso de liquidez global pós quantitative easing inundou os BRICS. O que o Paulo Guedes diz é que o balanço do BC esta excessivamente ativo em dolar e passivo em real, por causa dessa esterilização, e o dolar a 5 é uma boa oportunidade pra desfazer esse cenário: vender dolar e recomprar essa dívida.
    Sabendo disso, nenhum maluco vai comprar dolar a 5 agora, porque essa reversão vai fazer o dolar despencar. Afinal, eh uma venda de 100 Bi de dolar!
    Tentei ser sucinto, me avisem se não ficou claro.
    Grande abraço

  • Lucas Durigan disse:

    Olá Matias e Filipe!

    É a primeira vez que comento aqui, sou aluno da Sociais na FFLCH e agradeço pelas muitas horas de conhecimento (e diversão!) do podcast.

    Só pra esclarecer, quem chamou o Onix Lorenzoni de “Lorenzetti” foi Renan Calheiros em 2016, sugerindo inclusive que o Lorenzoni recebeu dinheiro de caixa 2. O Lorenzoni entrou com uma queixa-crime contra o Renan, mas ela foi rejeitada no STF pelo Edson Fachin no ano seguinte.

    Por fim, se já não forem fazer isso no próximo programa, sugiro que não deixem de comentar que o cafetão Dennis Hof ganhou a eleição para um assento na Assembleia Estadual de Nevada, mesmo depois de MORTO!!!

    Abraço!!!

  • Marcos Vinícius Petri disse:

    O inacreditável aconteceu: Consegui convencer o meu querido amigo Eduardo Carmine (que faz doutorado em nanociências comigo), mais conhecido como Dr. Nióbio, a começar a ouvir (e curtir) o Xadrez Verbal! Gostaria de mandar as boas vindas ao mais novo ouvinte do Xadrez! Somos 3 no laboratório, precisamos agora convencer o Vitor Mané a ouvir também…

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