Xadrez Verbal

Xadrez Verbal #193 – 14ª Cúpula do G-20

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Programa bem recheado, atrapalhado pelo fuso horário com o Extremo Oriente! Começamos com um breve giro pela América Latina, de bolívares achados no Rio de Janeiro ao presidente mais bonito do mundo mundial.

Cruzamos novamente o Atlântico, com destino à Europa, com Boris Johnson sendo acusado de violência doméstica e um alemão andando peladão de moto, por conta da onda de calor no Velho Continente.

Por fim, começamos a cobertura do G-20, que ocorre neste ano em Osaka, no Japão. Como chega a comitiva brasileira, quais as pautas principais, os encontros bilaterais que já ocorreram, em qual caneca o Putin bebe chá. E ainda deu tempo de comentar brevemente o acordo comercial anunciado entre MERCOSUL e União Europeia.

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11 comentários em “Xadrez Verbal #193 – 14ª Cúpula do G-20”

  • Guilherme Cirne disse:

    Olá Filipe e Matias, adoro o Xadrez Verbal que é minha companhia ao dirigir.

    Assisti recentemente na Netflix um filme indiano chamado Pinta de Açafrão. Até ouvir o programa 193, eu achei que fosse apenas um filme como outro qualquer, mas com uma pegada crítica à falta de conhecimento da História da luta dos nacionalistas da Índia. Graças à explicação que vocês fizeram sobre a cor dos uniformes no críquete, consegui entender a mensagem que o filme realmente queria passar, inclusive passando pelo título.

    Recomendo o filme por conta dessa questão, mas já aviso que ele não é muito bom.

    Um abraço!

  • A polêmica do nazismo ser de esquerda ou direita já apareceu várias vezes no Xadrez Verbal e voltou no programa 193, quando se falou da noite das longas facas. A verdade é que o nazismo pode ser caracterizado como de direita ou de esquerda, conforme o critério que se utiliza.
    Por um lado, se você tomar o critério econômico da presença do Estado na economia, o nazismo será inegavelmente de esquerda, porque intervinha bastante. É o oposto do neoliberalismo. O programa do partido está cheio de medidas dessa natureza, por exemplo: “13 – Exigimos a nacionalização de todas as indústrias (previamente) associadas (trusts).
    14 – Exigimos uma divisão dos lucros de todas as indústrias pesadas.
    15 – Exigimos uma expansão em larga escala do bem-estar na velhice.”
    Por outro lado, se tomar o critério da ciência política, colocando a esquerda como progressista em costumes e a favor da liberdade, é claro que o nazismo será de direita. Se associarmos a direita a uma divisão social com base em nacionalidades e a esquerda com um divisão com base em classes, o nazismo será também de direita. Voltando ao programa do partido: “4 – Apenas um membro da raça pode ser um cidadão. Um membro da raça só pode ser aquele que é de sangue alemão, sem consideração de credo. Consequentemente nenhum judeu pode ser um membro da raça.
    5 – Quem não tem a cidadania poderá viver na Alemanha apenas como convidado, e deve estar sob a autoridade de uma legislação para estrangeiros.” Ou ainda: “19 – Exigimos substituição de uma lei comum alemã no lugar do Direito Romano que serve a uma ordem mundial materialista.”
    O problema é que nos últimos três séculos os termos direita e esquerda foram transformados e empregados para designar coisas bem distintas. Os dois lados da polêmica estão certos, porque não estão usando os mesmos critérios, portanto estão falando de coisas diferentes.

  • Alan Eriksson disse:

    Olá Matias e Filipe

    Como sempre o programa foi muito bom. Essa semana li uma noticia aqui da NZ que me fez rememorar assuntos já discutido por vocês: BREXIT e atentados em Christchurch. A noticia foi sobre a nova série sobre Senhor dos Anéis que será filmada na Nova Zelândia. O BREXIT entra nessa noticia pois o país concorrente da NZ era a Escócia. Segundo a reportagem os produtores da séria decidiram pela NZ devido a situação tumultuada do BREXIT. No entanto, A NZ quase perdeu a chance de hospedar a produção devido a temores de segurança causadas pelos atendados de Christchurch.
    Aproveito a deixa para perguntar se vocês acham que o acordo UE-Mercosul terá algum efeito no BREXIT.

    segue a noticia: https://www.odt.co.nz/regions/queenstown/queenstown-play-big-role-lotr-series-insider?fbclid=IwAR3uNct0Y85IEtrzvSAIZnYyCkbMehkIWdKE5HoEZnaqrf4YVoccekjiJlQ

    Grande abraço

  • Kayo Douglas disse:

    Ótimo Programa!

    Uma curiosidade sobre a bandeira brasileira é que além das versões propostas pelo Barão do Rio Branco e do Julio RIbeiro também tivemos o modelo do Ruy Barbosa, aquele com listras verdes e amarelas (13, como na dos EUA) e um retângulo azul com 21 estrelas. A questão é que eles precisavam mandar a família real derrubada pro exílio, mas pegaria mal que o monarca exilado chegasse à Europa num navio com a bandeira da família real representando a nova república. Como a proclamação foi feita às pressas, eles seguraram a trupe do Pedrinho no navio Alagoas enquanto alguém costurava… às pressas… o novo estandarte.
    Tendo partido o antigo imperador, o novo presidente resolveu voltar tudo pro que era antes, trocando apenas o Brasão da família real pelo céu estrelado. Dessa forma a primeira bandeira da republica durou 4 dias e, quando os exilados chegaram ao velho continente, a bandeira do Alagoas já era obsoleta.

    Um abraço!

  • Alexandre Livino disse:

    Olá Filipe e Matias! Sou ouvinte assíduo tanto do Xadrez Verbal quanto do Fronteiras. São meus companheiros aqui nas horas de trânsito intenso em Belo Horizonte. O que me leva a escrever esse primeiro comentário é que inauguramos aqui no Museu das Minas e do Metal, na praça da Liberdade em BH, a primeira exposição autoral do museu nesses 9 anos de funcionamento: Fósseis: do mar à conquista da terra.

    http://www.mmgerdau.org.br/programe-se/fosseis-do-mar-a-conquista-da-terra/

    A equipe teve um cuidado especial de torná-la acessível aos surdos, cegos e pessoas com mobilidade reduzida.
    A exposição vai de 27 de Junho a 08 de Setembro e a entrada é gratuita.
    Se puderem ajudar a divulgar, agradeceria bastante!
    Ah, se não for pedir demais, mandem um abraço aqui pra equipe do Museu das Minas e do Metal e em especial pro Mateus, que também é ouvinte assíduo.

    Continuem com o excelente trabalho! Muito obrigado pelas horas de informação e cultura !!

  • Bom crepúsculo Matias e Felipe,
    Enquanto ouvia vocês reclamarem sobre o Conselho europeu e o Conselho da Europa não pude deixar de lembrar do Judean People’s Front e do People’s Front of Judea, do sensacional A Vida de Brian.
    Um salve aqui do seu ouvinte aqui de Maringá-PR, que depois do podcast da última semana se tornou um grande apoiador de franquias da NBA para as duas Coreias. Imaginem um Koreabowl entre o Pyongyang Rocketmen e o Seoul Heavenly Fairies.

  • Rafael Lopes disse:

    Ola Filipe e Matias.
    Pelo que eu saiba o uniforme branco de cricket é o padrão pra todos os países. Eles chamam de flanela. E no mundial todos os times usam uniformes com cores próprias.

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