Xadrez Verbal

Xadrez Verbal #194 Paralelo 38

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Voltamos ao Japão, com os documentos do G-20, as reuniões e as notícias relacionadas ao Brasil, como o cancelamento da reunião entre Bolsonaro e Xi Jinping.

De Osaka, fizemos como Trump e demos um pulo na península coreana, onde ele se encontrou com Moon Jae-in em Seul e Kim Jong-un na zona desmilitarizada!

Também passamos pelo grande Oriente Médio, do Afeganistão até a Tunísia, com destaque para o acordo no Sudão, além de outros incidentes, como o apresamento de um petroleiro iraniano pelos britânicos.

Finalmente fomos ao Velho Continente, onde o Europarlamento abriu suas atividades com os prováveis nomes que liderarão a União Europeia nos próximos anos!

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10 comentários em “Xadrez Verbal #194 Paralelo 38”

  • Sylvia Tamie disse:

    1. Defendo vocês chamarem a nova chefe da União Europeia de Vanderléia, mesmo porque o nome Vanderley vem do aportuguesamento de “Van der Leynen”, nome de um comerciante holandês que vivia em Pernambuco no período Colonial – não sei se algum ancestral da Úrsula.

    2. Pelo que eu saiba, o hino da União Europeia tem letra sim – é o poema “Ode à Alegria”, do Friedrich Schiller, que é o coral do último movimento da sinfonia de Beethoven. Em alemão, naturalmente.

  • Vida longa aos Crossover!!! Quero saudar a participação do Filipe no “Muito Mais que Futebol” e a do Mauro Cézar no SDT sobre o Racing! Adorei a citação da rima do Black Alien feita pelo Matias no programa do G20! Mandem um beijo para minha esposa Marília: a mais bela e competente Psicóloga e Profissional de RH, sem clubismo!

  • Olá, caros. Meu nome é Antonioni. Sou ouvinte desde o começo e o XV é hoje o único podcast que acompanho religiosamente. Mesmo discordando algumas vezes, respeito e admiro a abordagem do programa.
    Sobre o casting da Pequena Sereia (eu sei que não é política internacional): por que a escolha de uma branca para Ghost in The Shell foi whitewashing enquanto a escolha de uma negra para o live action da PS foi acertado? Dois critérios ou o único critério é o da culpa branca?
    Sou negro e, particularmente me sinto ofendido com essa eterna “licença” que se adota em questões de etnia. Isso de alguma forma faz parecer que precisamos que as pessoas quebrem nosso galho sempre. Falo de peito aberto, sem querer criar conflito, embora saiba que sempre que levanto esse tipo de questionamento tenho que enfrentar a ira dos discursos, normalmente de brancos que entendem mais de ser negro que nós mesmos.
    Na minha humilde opinião, que não vale uma milha do Smiles, Mulan precisa ser chinesa, Major Motoko japonesa, Tiana negra e assim vai.
    No mais, parabéns pelo excelente trabalho.

  • DIOGO PHILIP SCHERCH disse:

    Diogo Scherch (xérxe) de porto velho:

    ”Toda vez que ouço a vinheta ”coluna aberta” eu penso em espinha bífida”. Risos.

  • Evandro Bispo disse:

    Sou ouvinte a cerca de um ano, e não atuo em área nenhuma relacionada a RI. Atuo com Turismo, e gosto de entender a cada programa as dificuldades de se transitar entre países, e como as diferenças que ainda existem em regiões como oriente médio, península arábica e áfrica influenciam no turismo de lazer e negócios.

    Sobre o último programa, achei fantástica a análise sobre o submarino nuclear da Rússia e os desdobramentos, e aguardo ansioso o especial do acordo Mersosul e UE.

    Abraços, e parabéns pelo programa!

  • Otimo programa como sempre. Mas achei injusta a alegação do Mathias sobre o Elvis chupinhar musicas dos negros. Ele sempre falou sobre a contribuição que a cultura negra teve para ele a para a sociedade estadunidense. Ele quem falou, nos anos 50, quando perguntando o que achava da “nova sensação” do rock que “o rock’n’roll ja existe há muito tempo, mas com o nome de Rhythm and blues”.

    Quando ia voltar a vida de cantor, com turnes e tal (após a década gravando de filmes) ele comprou a briga para ter as sweet inspirations (quarteto de mulheres negras) cantando com ele. Isso em 68~69 quando as tensões raciais estavam muito afloradas depois do assassinato do Dr. Martin Luther King.

    Claro que ele fez o sucesso que nenhum negro do seu tempo conseguiu…por ser branco e ter as portas dos lugares abertas. Mas eventuais problemas de pagamento de direitos de musica (elvis não era compositor, era interprete) se deve ao empresario. Que todos sabem que era um salafrário que explorou e roubou o próprio Elvis.

  • Lucca Piccirillo Duarte e Pimentel de Toledo disse:

    Na questão do senso americano, vale lembrar que não é só uma questão administrativa ou penal, é constitucional também, porque a quinta emenda da constituição americana prevê o direito de não produzir provas contra si mesmo.

  • Miguel Sette disse:

    Prezado Filipe,
    primeiramente gostaria de parabenizá-lo pelo programa. Estudo para o Cacd, e ouvi-lo é um jeito de sempre continuar estudando, e descontrair também, mesmo quando tenho de fazer as tarefas domésticas. Sobre a Ode à Alegria de Beethoven, hino da União Euorpeia, a música, possui, na verdade, uma letra. É o poema Ode à Alegria do poeta romântico Schiller. De fato, a grande inovação de Beethoven na nona sinfonia foi colocar a voz humana em uma sinfonia, algo até então nunca realizado. A Ode à Alegria tem, ao que me parece, uma utilização política no contexto europeu mais antiga. Digo isso, pois, em 1989, um concerto da nona de Beethoven foi usado como forma de celebração da queda do muro de Berlim, quando trocou-se a palavra original do poema, ‘alegria’ (Freud), por ‘liberdade’ (Freiheit), de modo que a canção ficou algo como ‘Ode à Liberdade’ (pode ser visto nesse link: https://www.youtube.com/watch?v=IciKr8NUmKs). Aliás, o podcast ‘La banda presidencial’ recomendado pelo Mathis é muito bom; é interessante notar como é melhor do que o podcast que o inspirou, o ‘Presidential’ do Washington post. Há algum motivo específico para a historiografia argentina ser tão melhor que a americana? Por fim, gostaría de mandar um beijo para minha amada Beatriz, que também escuta o programa comigo e gosta de repetir sempre as vinhetas dos blocos.
    Um abraço,
    Miguel

  • Alexis Petri Costa disse:

    Ja baixei o programa la da Islandia e ouvi vocês no parque Vatnajokull (Filipe falou certo, ao que meu ouvido permite comparar com o que era pronunciado lá), e recomendo. O parque durante o inverno parece a superfície da lua.
    Grande abs!

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