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F1 2020: a análise do GP DA ESTÍRIA – HAMILTON dominante, FERRARI miserável | Briefing

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Praticamente de ponta a ponta e sem ser incomodado em momento algum, Lewis Hamilton venceu de forma soberana o inédito GP da Estíria de Fórmula 1, realizado na tarde deste domingo (12) no Red Bull Ring. O hexacampeão do mundo largou na pole-position, controlou a prova desde o começo e só perdeu a liderança quando teve de fazer seu único pit-stop. Foi o 85º triunfo de sua laureada carreira na F1.

Max Verstappen andou em segundo durante a maior parte da corrida, mas não conseguiu resistir à melhor performance da Mercedes de Valtteri Bottas. O finlandês não foi tão brilhante como na semana passada no Red Bull Ring, mas fez o bastante para terminar em segundo, completar o 1-2 da equipe hexacampeã do mundo e se manter como líder do campeonato. O holandês completou o pódio do GP da Estíria.

A corrida deste domingo foi um pouco mais normal que o GP da Áustria da semana passada. Se a prova de abertura do campeonato teve nove pilotos que não cruzaram a linha de chegada, a de hoje foi menos atípica, porém marcada pelo duplo abandono da Ferrari. Charles Leclerc ‘atropelou’ Sebastian Vettel na curva 3 durante a primeira volta. O tetracampeão deixou a disputa logo em seguida com a asa traseira avariada, e o monegasco recolheu na segunda volta. Um fim de semana desastroso para escuderia de Maranello.

A grande atração da corrida foram as grandes disputas no pelotão intermediário. Sergio Pérez, que largou em 17º depois de uma classificação bem ruim no molhado, foi um dos grandes nomes da corrida. O mexicano escalou o pelotão e chegou a colocar a ‘Mercedes rosa’ da Racing Point em quinto, lutando nas últimas voltas com Alexander Albon, da Red Bull, pelo quarto lugar.

Pérez acertou o carro do anglo-tailandês e teve a asa dianteira esquerda avariada, perdeu tempo e acabou sendo superado na última curva pela McLaren de Lando Norris, que terminou em quinto após grande corrida de recuperação. ‘Checo’ cruzou a linha de chegada em sexto, à frente da Racing Point de Lance Stroll, da Renault de Daniel Ricciardo, da McLaren de Carlos Sainz — que cravou o novo recorde da pista em corrida —, enquanto Daniil Kvyat, da AlphaTauri, fechou o top-10.

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