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F1 2020: Hamilton dominante de novo – a análise do GP DA HUNGRIA | Briefing

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De ponta a ponta, Lewis Hamilton venceu com tranquilidade o GP da Hungria, terceira etapa da temporada 2020 do Mundial de Fórmula 1, neste domingo (19). O hexacampeão do mundo sobrou desde a largada, não deu a menor chance para os adversários e fez uma exibição perfeita com direito a volta mais rápida e ponto extra. Nem mesmo a chuva que deixou a prova muito movimentada e cheia de disputas atrapalhou o piloto da Mercedes, que alcançou seu triunfo 86 na carreira e está a 5 de igualar o recorde de Michael Schumacher. Foi também a oitava vitória de Hamilton na Hungria.

Destaque também para Max Verstappen. Depois de um sábado complicado em que marcou somente a sétima posição do grid, o holandês vivenciou um drama na volta de saída dos boxes neste domingo. Com o asfalto úmido, consequência da chuva horas antes do início da prova, o piloto cometeu um erro e chegou a bater o carro na barreira de pneus, danificando a asa dianteira do RB16. Após muito trabalho dos mecânicos, a Red Bull conseguiu alinhar o carro para a largada e permitiu ao holandês uma boa corrida e ir para o pódio na segunda colocação.

Max conseguiu o feito de segurar Valtteri Bottas no fim da corrida e, após suportar muita pressão, deixou o finlandês na terceira posição. O piloto da Mercedes arriscou na estratégia no fim e calçou pneus duros novos para tentar a dobradinha, mas Verstappen se defendeu bem e marcou mais um pódio na temporada.

Lance Stroll conquistou um ótimo quarto lugar para a Racing Point, seguido por Alexander Albon, também da Red Bull, que saiu de 13º no grid para a quinta colocação. O anglo-tailandês deixou a Ferrari de Sebastian Vettel para trás, enquanto Sergio Pérez, que largou em quarto, cruzou a linha de chegada somente em sétimo.

Daniel Ricciardo repetiu o oitavo lugar de uma semana atrás do GP da Estíria, enquanto Kevin Magnussen fez boa corrida após a Haas arriscar antes da largada e calçar pneus para pista seca. O dinamarquês foi o nono, enquanto Carlos Sainz foi o melhor carro da McLaren, em décimo, depois de superar a Ferrari de Charles Leclerc.

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