Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #68 Goiás

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Viajamos ao Centro-Oeste para celebrar os 85 anos de Goiânia, capital planejada do Estado que toma emprestado o nome dos guayases, um dos muitos povos originários da região.

Nossa guia no Planalto Central foi a professora Natália Pessoni – ouvinte e colaboradora do Xadrez Verbal – que nos apresentou a história goiana da chegada dos bandeirantes ao acidente com Césio 137.

Também conhecemos de perto um dos maiores gramados do país – o Estádio Serra Dourada – onde muitos cabeças-de-área e centroavantes deram os seus primeiros passos!

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8 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #68 Goiás”

  • Cheguei a estudar com o filho do Túlio. Lembro que vez ou outra o jogador ia ao colégio (já era na época de baixa notoriedade dele, então ninguém se importava muito). Até consegui um autógrafo, mas nunca fez diferença na minha vida.

  • Pedro Valeriano disse:

    O podcast ficou MT bom (já esperado de vcs dois e de suas participações especiais). Faltou MT coisa, mas é compreensível pelas limitações do podcast.
    Meu pai é torcedor ferrenho do Vila. Aki em Goiás temos o costume de dizer que não se torce para o Vila, se cultua. Isso pq o Vila acaba causando MTs sofrimentos e alegrias aos seus torcedores… principalmente com vitórias inesperadas e derrotas desnecessárias. É tanto que até meus 12 anos eu era junto de meu pai um torcedor ferrenho do Vila, mas a minha perca de interesse com o futebol e as constantes frustrações me fizeram parar de ir aos jogos…mas o Vila continua em meu coração. Agora que descobri que o Vila é de origem operária só me fez entender o pq que o time tem uma história tão sofrida, me pergunto se o vermelho do time está relacionado ao Proletáriado ou a sua origem clerical.
    Pretendo mostrar esse podcast ao meu pai e fazer ele não só conhecer mais a história de seu time e fazer com que ele se interesse por história…como eu que amo história e sociais, mas voltei a ter interesse no futebol graças a esse podcast
    Só queria dizer que vocês esqueceram de comentar que Goiás (principalmente Goiânia) é uma capital do rock e do MPB. Vou deixar o exemplo de bandas MT boas, como… Boogarins e Beavers; no MPB vc tem Chá de Gim
    Como um prof me disse uma vez (oq é um fato empírico), quanto mais conservador o Estado e maior a opressão…mais fácil esses tipos de movimentos surgirem

    Bem
    Abraço!
    Gosto MT do podcast de vcs

  • Filipe Assunção disse:

    Pode parecer um pouco de pragmatismo ou preciosismo, mas a divisão entre dois estados é uma divisa e não fronteira, que são entre países. Passou batido por vocês, mas tenho certeza que foi desatenção. OBS: entre municípios é um limite rsrs Grande abraço e excelente Fronteiras (mais um), recomendando para todos os alunos

  • Fernando Bernardes disse:

    Olá, caros. Ouço o fronteiras desde o início do ano, adoro o podcast, e sou um dos que fizeram o caminho inverso, eu conheci o xadrez verbal (do qual também sou ouvinte) através do fronteiras. Eu zerei todos os fronteiras e deixei para fazer um comentário geral sobre todos, mas obviamente esqueci de tudo que gostaria de comentar. Então vou comentar só sobre Goiás mesmo. Sou mineiro de Centralina-MG, cidade na divisa com Goiás, muito próxima de Itumbiara, onde minha filha nasceu. Hoje moro em São Paulo, e uma vez conheci Andrew Downey, autor da biografia do Socrates em inglês “Dr. Socrates”, e ele me confidenciou que Itumbiara foi a cidade da última partida de futebol do magrao, uma partida entre Itumbiara x Botafogo-SP. O fato não está no livro, porque o Andrew não encontrou relatos oficiais da partida. Mas pessoas próximas do Socrates mencionaram isso. Um abraço a todos! Estou esperando um fronteiras sobre a CONIFA CUP.

  • Lucas Durigan disse:

    Olá Matias e Filipe,

    Ao ouvir sobre jogadores “viris” com Goiano no nome, lembrei do Sandro Goiano, volante campeão da série B com o Grêmio em 2005 e da Copa do Brasil com o Sport em 2008.

    Abraço!

  • Cristhian Gärtner dos Santos Camilo disse:

    Salve Filipe e Mathias!

    Parabéns pelo programa! Sei que estou atrasado (lembrei desse comentário logo após ouvir o programa, quando saiu, mas acabei por esquecer de comentar).

    Queria apenas chamar atenção para um detalhe que escapou ao roteiro: por questões de logística, alguns clubes goianos participam do Campeonato Brasiliense de Futebol, pois os clubes são originais de cidades que fazem parte da zona metropolitana do DF. Em 2018, foram o Formosa, da cidade de mesmo nome e que fica a cerca de 60 Km de Brasília e o Luziânia, também com o nome da cidade, a cerca de 40 Km da Capital Federal. Mas como logística não é lógica, o Paracatu, de Minas Gerais, também participou do Candangão 2018.

    Abraços,

    Cristhian

  • Gabriel Gonzalez disse:

    Filipe y Mati, gracias por me citar en las mensajes sobre Chile!

    Sobre este podcast, poderian falar algo sobre el hombre de oro, Oribe Peralta, Christian Martinoli y Luis Garcia (ex-jugador), que narram os jogos de futbol como ninguem, com payasadas en las transmisiones y chistes muy buenos, y sobre el futbol mexicano “roubar” los jovenes talentos chilenos para actuar en sus clubes, y tambem sobre o William coração valente (ex-Palmeiras) que brilhou com a camisa do América.

    Gracias y cuando quiserem las mejores empandas da America do Sul, as empanadas chilenas, eu envio… jajaja

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