Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #72 Pérsia/Irã Pt.2

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Partimos da dinastia dos Safávidas, passando pela hegemonia do xiismo e conflitos com otomanos e russos, até chegar ao século XX com a ascensão da família Pahlavi e a aproximação com o Ocidente.

Com a queda do xá Mohammad Reza, a partir da Revolução Islâmica (1979), há uma mudança radical na política interna e externa, com a proeminência dos aiatolás, que reflete no campeonato local, sendo interrompido durante o processo revolucionário e a Guerra com o Iraque (1980-88).

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13 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #72 Pérsia/Irã Pt.2”

  • Roger Henrique disse:

    Queria deixar registrado que ouço o programa enquanto jogo FIFA 19 com a melhor banda de rap do mundo ao fundo: The Lonely Island.

  • Duas situações recentes na história do Irã mostram a relevância dessa nação em sua região e no mundo :
    – a treta com Salman Rushdie,
    – as revelações, em 2002, do desenvolvimento de armas nucleares .

    Abraço

    Luiz Wagner

  • EVANDRO ENDO disse:

    Matias e Filipe, vocês são incríveis. Bem-humorados e com muito conhecimento. Estou viciado no “Fronteiras”. E fiquei emocionado quando mencionaram o Roma Apucarana/PR no último episódio, minha cidade natal. Queria saber quando vocês farão um episódio sobre o PARANÁ, a Rússia Brasileira. Também mando um abraço para Lucas Mioto de Ariquemes/RO, que me indicou o programa, e também para meu amigo Nabil Beuron, de ascendência iraniana.

  • Eduardo de David disse:

    Olá Filipe e Matias, falo com tranquilidade, os melhores podcasters do Brasil! Quando ocorreu a tragédia (anunciada) do Museu Nacional, vcs fariam um Fronteiras sobre a seleção brasileira e suas relações com a política externa e imagem internacional do Brasil. No aguardo desse programa que – quem sabe – me inspire para um TCC na área (sou das Ciências Sociais). Muitíssimo obrigado por todo aprendizado que me proporcionaram nos programas de vcs, até!

  • Júlia Benfica disse:

    Filipe e Matias, cheguei a esse podcast através do Xadrez Verbal e quero dizer que o trabalho está incrível!
    Sou mestranda pela UFOP e pesquiso sobre mulheres durante a Revolução de 1979, infelizmente faltam bibliografias sobre o país em português, mas vou deixar algumas para quem tiver curiosidade de olhar depois.
    A Universidade de Cambridge produziu 7 volumes com o título “The Cambridge History of Iran”, da Antiguidade a modernidade, com vários historiadores maravilhosos.
    Além disso, bateu o orgulho em ser capixaba e saber que o Edinho fez sucesso em terras iranianas hahaha
    Parabéns pelo podcast!

  • David Leonardo disse:

    Salve Matias e Filipe! Mandem um abraço para minha esposa, Camila. “Descobri” podcasts por causa dela com o CabulosoCast, Covil de Livros e Mundo Freak, dentre outros. Em seguida, ela descobriu o Xadrez Verbal e o Fronteiras por minha causa.

    Por favor, falem de Alagoas no fronteiras e, obviamente, do time do povo: o CSA.

    Um ‘xêro’ no quinto metatarso do pé esquerdo! rsrsrs

  • Lucas Duarte disse:

    Olá Matias e Filipe,

    Só queria dizer que a Pérsia tem tudo a ver com o Natal.
    Os católicos na liturgia do dia 25 de dezembro leem o oráculo de Isaías do tempo em que o povo de Israel estava no exílio. Os cristãos costumam rezar esse texto como a luz fosse Jesus: “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz, e uma luz brilhou para os que habitavam um país tenebroso.” Mas teólogos e exegetas afirmam que se trata de Ciro da Pérsia, pois foi ele o responsável pelo fim do exílio e retorno do povo de Israel para sua terra.
    Enfim, apenas um comentário para dizer que o programa ficou ótimo (os dois) e até vou compartilhar com meu professor de história de israel pq a primeira parte ajuda muito a entender o contexto histórico da região dos povos da bíblia. Parabéns!

    Abraços compas!

  • Victor Morais disse:

    Olá Matias e Filipe!!
    Esse episódio me lembrou da insólita vez que encontrei com 2 iranianos em um congresso no Rio de Janeiro em 2016 (sendo que sou de Natal no Rio Grande do Norte). Ambos eram apaixonados pelo esporte bretão e inclusive tiraram onda com eu e meus amigos por conta de uma eliminação brasileira para o Irã no Mundial de Futsal em 2016 (!!!). No mais, ambos torciam para o Persepolis e ficaram recordando da Copa de 2014, que apesar do resultado, trouxe satisfação pra ambos, principalmente pelo duelo contra a Argentina em BH.

    No mais, parabéns por conseguir aliar assuntos tao maravilhosos como futebol, geopolítica e história em um só podcast e espero um dia ver algo sobre o futebol potiguar e os fatos impressionantes aqui ocorridos (como ter o único time brasileiro em que um Presidente da República jogou profissionalmente).

    Abraços!!!

  • Priscila Lopes disse:

    Meu agregador de podcast me trollou e só encontrei agora a segunda parte.
    Tristezas à parte, me dei conta, quando o Matias falou em futebol feminino, que não lembro de vocês terem falado de clubes femininos de futebol. Por conta disso, sempre assumi que vocês estariam falando de clubes masculinos – desculpa, se interpretei errado. Mas, queria, então, sugerir que vocês comentassem quando o país/estado tem clube feminino de futebol, quantos são, se já ganharam alguma Copa, Campeonato, se tem jogadora badass, essas coisas. Claro, se não for acrescentar muito no trabalho de vocês. Porém, acho também relevante comentar que vocês não encontraram nenhuma informação, ou muito pouco, porque acho que isso diz muito sobre o país/estado. Não gosto mais muito de futebol, mas adoro o podcast. Abraço!

  • Saudações, enxadristas! Sou mestrando em ciência política na Universidade Estadual de Ilia, aqui em Tbilisi, na Geórgia. Conheço muitos iranianos que estudam por aqui também, já que eles tem facilidade pra conseguir visto e no geral tem boas relações com os georgianos. Os iranianos que conheço são em geral jovens e todos são bem liberais (imagino que os que não fossem não gostariam muito de sair do seu país…), o que corrobora de certa maneira a informação de que as gerações mais recentes tem se tornado mais seculares. No mais, abraços daqui do sul do Cáucaso.

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