Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #73 Croácia

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Kockasti

Começamos a nova temporada com o pé na porta, tratando de um dos temas mais quentes fora dos gramados na última Copa do Mundo. Para tal, contamos com a visita do diplomata Bruno Graça Simões, que nos ajudou a contar a história croata, antes e depois da dissolução da Iugoslávia.

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15 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #73 Croácia”

  • Cezar Roberto de Castro Henriques Júnior disse:

    Extraordinário este
    Fronteiras, poderiam trazer mais o convidado Bruno Graça Simões, acrescentou muito a este episódio.

    Cezar Roberto de Castro Henriques Júnior – Rio de Janeiro – RJ

  • Lucca Piccirillo Duarte e Pimentel de Toledo disse:

    Comentário – O único presidente jogador profissional de futebol foi João Goulart, até onde lembro. Grande Abraço

  • Luys Phelippe Gomes disse:

    Consegui terminar essa semana o episódio do Fronteiras sobre o estado de Goiás. Perfeito! Valeu demais pela dedicação de vocês para realizar um programa de altíssimo nível de conhecimento. Mandem um abraço para o meu amigo Pedro que sabe tudo sobre História e Política Internacional, não conhecia o podcast, apresentei o Xadrez Verbal e o Fronteiras e hoje é ele quem ouve os episódios em pouco tempo e dá spoillers (desnecessários)

  • Guilherme Anselmo disse:

    Sobre a lingua húngara. Quando visitei uma amiga brasileira em Rouen, França ela tinha acabado de descobrir que “bunda” é casaco em hungaro. As húngaras amigas dela adoraram essa informação e ficavam gritando “bunda” de 5 em 5 minutos. Portanto, pedir para alguém te dar a bunda na Hungria é algo socialmente aceitável no frio hahaha. E excelente participação do convidado!

    • “Bunda” significa “casaco” na maioria das línguas eslavas, inclusive tcheco. Faço o curso de tcheco na USP e essa é a primeira aula. 😀

  • Raphael R Vieira disse:

    Solicito (ou exijo kk) um Fronteiras sobre a Macedônia que para além dos fatos recentes, acho que a Macedônia, enquanto Iugoslávia, não era páreo para as demais repúblicas haha (Não sei se esta minha teoria está certa, mas já fiz umas pesquisas e só encontrei repostas superficiais… Mas… vcs são f*das, vcs conseguem!) Vlw

  • Excelente programa! Um pequeno comentário sobre a Copa da Croácia: desde a temporada 2017-18 todas as eliminatórias são agora disputadas em jogo único e o formato antigo, com apenas a semifinal sendo disputada em jogo único, apesar de estranho, é utilizado também na Copa da Liga Inglesa. Abraços!

  • Cristhian Gärtner dos Santos Camilo disse:

    Salve, pessoal!
    Excelente programa, como sempre! Croácia é um destino que está nas minhas intenções de viagem e saber um pouco mais sobre a história foi muito rico!
    Agora, desculpem-me, mas a piada é irresistível: o Sabor da Croácia combina com a Dieta Húngara?

    Forte abraço!

    Cristhian Camilo – RJ (por enquanto)

  • Queridos, parabéns pela volta do programa! Em 2019 quero aprender ainda mais com vocês. ♥

    Como dica cultural, para quem lê em alemão, gostaria de deixar o livro Tito ist tot (“Tito está morto”), de Marica Bodrožić. Ela nasceu e passou a infância na região da Dalmácia, mas hoje mora na Alemanha e escreve em alemão. Em 2002, com esse livro, ela ganhou o Prêmio Chamisso, dedicado a escritores que escrevem em alemão sem ser sua língua materna.

    É uma coletânea de contos, e começa como simples memórias de infância em um lugar idílico (principalmente para os leitores alemães), mas evolui para os efeitos do contexto político. Ela se mudou com a família para a Alemanha ainda nos anos 80, portanto não chegou a viver a guerra. Mas conta como o retrato do Tito estava pendurado em cada sala de aula, em cada sala de estar, e o luto do avô com a morte do líder político. Recomendo demais.

  • Filipe Assunção disse:

    No caso da história do Cardiff, as cores são as opostas. O clube é azul, conhecido como Blue Birds e o dono mudou para vermelho com um dragão, para atrair o mercado asiático e mostrar como o clube era “forte” como um dragão.
    Sou de 92 e minha primeira lembrança clara de Copa do Mundo foi de 98 (sim, ainda aos seis anos de idade) com álbum, preenchendo tabelinhas e me apaixonando por curiosidade pela seleção de cores diferentes na Copa, claro que ter chegado em 3º lugar ajudou.
    Tenho uma coleção grande de camisas, e seleção croata, Dinamo Zagreb e Hajduk Split tem um lugarzinho especial. Grande abraço e um grande salve para vocês

  • BERTHOLDO MULLER NETO disse:

    Escuto vocês faz 6 meses e me tornei fã tanto do fronteiras invisíveis quanto do xadrez verbal. Moro no sul, em Rio do Sul- SC e posso afirmar que aqui falamos janela. Posso dizer que os programas sobre os Bálcãs são meu favoritos, principalmente por ter descendência croata. Forte abraço e ótimo trabalho. Primeira vez que comento aqui!

  • Vitor Villeroy disse:

    Caros Filipe e Matias, gostaria de parabenizar pela sequencia sobre os antigos países da Iugoslávia, sempre tive muito interesse no socialismo autogestionado de Tito e sua engenharia étnicossocial que foi capaz de manter unidos povos historicamente rivais, bem como o papel da Iugoslávia na liderança do terceiro mundismo. Muito legal os comentários do convidado também!

    Porém, escrevo por pressentir que vocês farão algum fronteiras invisíveis sobre o Rio de Janeiro, por ter ouvido que vem aí mais programas sobre nossos estados. Gostaria de pedir uma abordagem mais complexa sobre o meu estado, em especial no que tange ao meu querido Fluminense, sem cair no senso comum de consagrar o rival da gávea como time popular em oposto a nós, construção esta iniciada e idealizada pelo jornalista Mário Filho em seus escritos. Recomendo, por exemplo, o texto de Rachel Soihet, prof. Dra. aqui da UFF, ” O povo na rua: Manifestações culturais como expressão de cidadania” – contido na coleção Brasil Republicano, de Jorge Ferreira – onde é apontado o papel de liderança do Tricolor carioca entre os co-irmãos da zona sul em aderir a profissionalização em 1932 (Botafogo e Flamengo irão aderir no começo de 1933, se não me engano).

    Igualmente, recomendo o relato de jogadores da época sobre a origem do pó de arroz na torcida do Flu: https://www.youtube.com/watch?v=WUZP19avj7Q

    Não desejo negar traços de racismo na torcida do Flu, seria ir do 8 ao 80. Apenas complexificar um pouco o debate!

    Por fim, gostaria de recomendar-lhes o texto ” foot-ball mulato”, tem fácil na internet também, do Gilberto Freyre. Ali foi o ponto de partida para a idealização do nosso “futebol arte” em oposição aos cinturas duras europeus, ou qualquer coisa que o valha. Ouvi recentemente o podcast sobre a consciência negra, e lembrei prontamente deste texto.

    Abraço e sucesso à vocês!

  • Djalma Beraldo Batista disse:

    Eu estudei alemão por um tempo no consulado da Suíça em Manaus.Ele deu aula em colégio primário por lá, ele contou que teve muito problema por conta de briga entre sérvios e croatas.

    Lá tem uma comunidade deles bem grande. Todos se davam bem na escola até que o início da separação da Iugoslávia. Começou a ter muita briga entre filhos de sérvios, croatas e bósnios também. Tipo de pessoas que um ano antes eram melhores amigos.

    Tem um documentário que vi na ESPN sobre torcidas organizadas no mundo, o episódio mais chocante pra mim foi sobre os partizans lá na sérvia e croácia. Tem uma relato muito bizarro de um torcerdor do Partizan Belgrado que estuprou um torcedor do Dinamo Zagreb num cemitério. Sério, é muito bizarro.

    Curioso desse documentário é que contam que ocorre muita briga em jogos de basquete também, já que a liga sérvia tem bons times e tal.

    Ah, faltou citar outros atletas croatas de destaque:

    – No atletismo tem Sandra Perkovic (bicampeã olímpica no lançamento de disco), Sara Kolak (atual campeã olímpica no lançamento de Dardo) e a Blanka Vlasic (campeã mundial várias vezes no salto em altura e duas medalhas olímpicas)

    – Tênis: Mario Ancic e Goran Ivanisevic (ganharam Grand Slam)

    – Natação: Duje Draganja (prata nos 50m livre em 2004)

  • José Carlos Junior disse:

    Alguns adendos: Gene Simmons, baixista da banda KISS, é fluente em húngaro. Sim, o cara é o máximo! Além disso, ele fala alemão, inglês e hebraico (idioma nativo dele, já que o mesmo é israelense de nascimento e naturalizado estadunidense).
    Quando o Filipe falava em “partisano”, Bella Ciao me vinha à cabeça. Foi aí que a ficha caiu a respeito da canção que vocês mencionaram no episódio sobre a Iugoslávia.

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