Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #80 Venezuela

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La Vinotinto

Penúltimo programa sobre nossos vizinhos, às vésperas da Copa América! Cruzamos a fronteira norte e fomos até a Pequena Veneza, ou Venezuela, país de rica História e de colonização complicada.

Sabia que alemães estiveram ali no século XVI? Passamos também pela independência do país, com a liderança de Simón Bolívar e o passado compartilhado com a vizinha Colômbia, como a batalha de Boyacá.

Partimos do fim da Grã-Colômbia para a Venezuela independente, com o bloqueio de 1902 e a descoberta de fartas reservas de petróleo, as maiores do mundo confirmadas hoje. As várias constituições, os golpes e as crises que fazem parte do cotidiano venezuelano.

Tudo isso, temperado pelo futebol (e beisebol) local, desde suas origens até os dias de hoje, com destaque para a Copa América que foi realizada no país. No mais, disso tudo, contamos com um relato do jornalista Paulo Fávero e a estreia da coluna desta enciclopédia ambulante chamada Ubiratan Leal!

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13 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #80 Venezuela”

  • Erick Monteiro disse:

    Sempre ouço o podcast de vocês, parabéns pelo ótimo trabalho. Eu moro no Leste Europeu há anos, vivi na Hungria e hoje vivo na Lituânia. Quando teremos um “Fronteiras” sobre esses países? E se precisarem de ajuda na pronúncia de palavras em húngaro ou lituano, é só me escrever.

  • FELIPE CARDOSO VALE disse:

    Esse Fronteiras foi maravilhoso. Vocês estão cada vez mais fodaas.
    Aprendi muita coisa sobre a Venezuela, país que eu nunca teria ido atrás das informações se não fosse por vocês. Muito obrigado.
    Já acompanho vocês a algum tempo e terminei a pouco de maratona todos os episódios enquanto pego ônibus pra ir pra faculdade.
    Gostaria de pedir um abraço pra galera da Pós em psicologia da UFCe e um abraço especial pros grandes terra planistas do Ceará, Túlio, Dimitre, Guilherme e Franklin.

  • André Soares disse:

    Olá!
    Meus caros, o que vocês acham também de incluir no quadro “O Campo”, o histórico do futebol feminino, na região abordada no programa? Teria como?
    Abraços.

  • Irlan Simões disse:

    Alô @YoMatiasPinto e @XadrezVerbal não sei se eu que perdi o timing da ironia, mas o primeiro clube espanhol, o antigo Rio Tinto Foot-Ball Club (1878), hoje o Recreativo Huelva, também foi fundado por mineradores. Como foi na Venezuela.

  • Reinaldo Silva disse:

    Parabéns mais uma vez sempre gostei do uniforme original grená por me lembrar do meu muleque travesso e ser criativo diferente da Colômbia ,Equador e legal a história de ser mistura das 3 cores numa só e pena atual fornecedora italiana não chegar no brasil. Abraço forza Mooca

  • Gabriel Fonseca disse:

    Olá Filipe e Matias, só complementando um pouco sobre o melhor Venezuelano que atuou no futebol brasileiro, o Rómulo Otero possui ascendência Colombiana. O seu pai colombiano Rómulo Otero Córdoba, atuou no futebol Venezuelano nas décadas de 80 e 90 e também tinha características como a do seu filho, como habilidades em cobranças de faltas e chutes de longas distancias.

  • Deixo este comentário aqui só pra relembrar o Senhor FElipe Figueiredo que o mundo dá voltas.Há um ano atrás dei aquela empolgada dizendo que deviam ter falado mais de Mohamed Salah herói do título da Champions e este senhor zicou o Liverpool ao dizer que me precipitei, parece que o jogo virou, não é mesmo? Hahaha.
    Gostei bastante do quadro ” O Livro” e parabenizo o Ubira mas quero dar um puxão de orelha nele (se é que posso) por concordar com essa possível nova Champions League que tende a sucatear os campeonatos nacionais.

  • Dan Gaspar disse:

    o @ClubeDoRemo foi campeão da pequena taça do mundo em 1950 na Venezuela. Portanto foi o primeiro Campeão Brasileiro do Certame.

  • Luís Felipe Gonçalves disse:

    Excelente programa meus chapas. Só queria pedir um abraço pra mim e pro pessoal do curso de história da USC de Bauru e também pra minha cidade natal Bariri, e corrigir o Filipe que quando falou das constituições brasileiras ele falou da primeira constituição republicana como a de 1889, mas na verdade é de 1891. Entendo a câimbra mental eu também cai nessa.

  • Nícolas Dib disse:

    Olá Filipe e Matias, tudo bem? Comecei a ouvir o podcast de vocês no final do ano passado e só agora consegui ouvir todos. Parabéns pelo trabalho, o podcast é maravilhoso, vocês conseguiram unir futebol com história e política, que são os assuntos que eu mais gosto haha
    Confesso que esperava que vocês falassem um pouquinho mais da situação atual da Venezuela, mas entendo que como é assunto recorrente do Xadrez Verbal não valia a pena ficar repetindo. Vou ouvir alguns programas para entender melhor o assunto, já que na polarização burra de hoje em dia é muito difícil formar uma opinião realista sobre a Venezuela.
    Por fim vou deixar duas ideias para programas futuros. Um sobre o Líbano, que é de onde veio a maior parte da minha família, e o outro seria um programa sobre o futebol na ditadura militar do Brasil; perdi um pouco o timing dessa sugestão, mas acho que ainda vale já que tem muita gente acreditando em besteira de “revolução”, “só morreu quem não trabalhava”, “intervenção constitucional” e outras loucuras dessas.
    Obrigado por preencherem tão bem meus momentos no transporte público e sempre ensinarem algo importante em cada programa.
    Abraços palestrinos do maior campeão do Brasil!

  • Caros Matias e Filipe!
    Meu nome é Rodolfo e sou de Santo André. Primeiramente gostaria de agradecer pelo podcast (e pelo Xadrez Verbal também), que é um companheiro fiel das minhas viagens diárias no transporte público da nossa grande selva de pedra. No começo do ano vocês também ouvi muito vocês enquanto eu montava um quebra cabeças de Mapa Múndi de 4000 peças, que está agora pendurado na parede do meu quarto (com Kosovo e tudo hahaha).
    Gostei bastante do quadro do Ubiratan, uma vez que amo curiosidades inúteis, porém úteis. Foi assim que puxei papo com a minha namorada e talvez eles ainda sejam parte ativa das nossas conversas quando nos encontramos.

    Só gostaria de perguntar o por quê vocês sempre param o terceiro quadro por volta do início dos anos 2000. Já estamos quase em 2020 e muita coisa relevante já aconteceu nesse período, inclusive coisas que tem impacto muito forte nas temáticas abordadas semanalmente no programa do Xadrez Verbal. Quando vi que o programa seria sobre a Venezuela, imaginei que vocês iriam pelo menos até a morte do Chávez, mas fiquei um pouco desapontado por irem somente até a tentativa de golpe contra ele.
    Sei que o intuito do Fronteiras é ser mais factual que o Xadrez e que o podcast já é bastante longo. Também sei que ao cobrir fatos mais atuais vocês correm o risco de serem acusados de posicionamento político por alguns ouvintes. Mas acho que enriqueceria muito o Podcast incluir pelo menos os eventos mais importantes das últimas duas décadas.

    Novamente, muito obrigado pelo podcast e fico no aguardo e um Fronteiras sobre o Império Ultramarino Inglês ou das possessões norte-americanas. Ia pedir do País Inuit ou Groelândia, mas acho que o programa seria muito curto hahaah

    PS: manda um abraço para o Porpeta, amigo meu que ouve vocês direto de Melbourne

  • GUILHERME SPINELLI FRANCO DA SILVA disse:

    Queria mandar um abraço pro meu amigo Luís Gustavo que me apresentou a essa droga (no sentido de viciar) de podcast nas caronas da UFABC pro metrô Sacomã.
    Também queria dizer que vocês foram meus companheiros de viagem em uma viagem pra Europa, passando por Londres, Madrid e Valência.
    Por último, gostaria de sugerir o tema da Comunidad Valenciana, é um lugar fantástico e com muita história, futebolisticamente ou não, pra contar.

    Grande abraço,

    Guilherme estudante de economia da UFABC

  • José Carlos Junior disse:

    Obrigado por lembrar que falta o Peru, esqueci de mencionar (kkkkkk). E mais um obrigado pelo Fronteiras sobre a Venezuela; graças ao último programa pude desenvolver uma conversa longa com o namorado da minha amiga, Jesús que é um médico venezuelano e fã de baseball, num evento de Jazz aqui em Ribeirão Preto, no aniversário da cidade (19/06).
    Um forte abraço para vocês que alegram meus ouvidos.

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