Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #87 Commonwealth

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Aproveitemos a efeméride de setenta anos da criação da Comunidade de Nações para falar um pouco da dissolução do império britânico. Da onde veio a ideia da Commonwealth, como ela foi formada, o que a rainha Elizabeth II representa dentro dela. Tudo isso mediado pela difusão das três modalidades esportivas mais populares ao redor do Planeta Bola!

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4 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #87 Commonwealth”

  • Paulo Peiker disse:

    Salve, pessoal! Que episódio maravilhoso, mais uma vez.

    O Filipe teve uma cãibra mental: a final da última copa do mundo de críquete não foi entre Inglaterra e Gales, mas sim entre Inglaterra e Nova Zelândia.

    Por sinal, o BBC britânica considerou o jogo um dos mais emocionantes da história da modalidade, por ter tido um final dramático, com o selecionado inglês empatando o jogo na última rebatida a que tinha direito.

    O jogo foi para a prorrogação, algo extremamente raro na modalidade, com posterior vitória da Inglaterra.

    Um grande abraço!

  • Heitor Loureiro disse:

    Baita episódio meus chapas, como sempre!

    Sobre o Luther Blissett, jogador jamaicano citado como atletas de destaque da Commonwealth, lembro que a transferência dele do Watford para o Milan em 1982 por uma pequena fortuna foi considerada uma das maiores perdas de dinheiro do futebol daquela época. Mas talvez o fato mais notável sobre Luther Blissett é que o seu nome passou a ser usado nos anos 90 por diversos coletivos anarquistas em intervenções político-culturais mundo afora. O “Projeto Luther Blissett” se tornou célebre por plantar notícias falsas na imprensa europeia e vê-las sendo publicadas nos grandes jornais, denunciando assim o parco trabalho de verificação de informações e fatos por parte dos jornalistas. Mas talvez a obra de maior impacto assinada com o nome de Luther Blissett foi o romance Q, publicado em 1999 na Itália e no Brasil pela Conrad (atual Veneta). Por muito tempo cogitou-se que o livro fosse de autoria de Umberto Eco, mas hoje sabemos que foram quatro escritores italianos que escreveram coletivamente a obra. Em 2000, o coletivo cometeu um “seppuku”, matando Luther Blissett e inaugurando outro coletivo, o Wu Ming.

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