Fronteiras Invisíveis do Futebol

Fronteiras Invisíveis do Futebol #92 História de Veneza

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Coloque sua máscara de Carnaval e venha conhecer a História da República de Veneza! Aproveitando a véspera da folia em 2020, vamos contar não apenas a trajetória da cidade de Veneza, mas também de toda a região que um dia foi sua.

Mais ou menos o que hoje são o Vêneto e o Friuli, duas regiões que, combinadas, são a origem de cerca de 40% dos imigrantes italianos que vieram para o Brasil. Tudo isso temperado com um pouco do esporte na região, com o solitário título italiano do Verona e uma coluna não-clubista do Ubiratan Leal!

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12 comentários em “Fronteiras Invisíveis do Futebol #92 História de Veneza”

  • RAFAEL FERREIRA ENES disse:

    Filipe e Matias!

    Parabéns novamente excelente programa como sempre, ficou incrível.
    Bom descanso para vocês nesse feriado.
    Imaginei que a música de encerramento seria o samba-enredo da União da Ilha de 1989 Festa Profana, que vem o seguinte trecho:
    “…É primavera
    Na lei de Roma, a alegria é que impera
    Oh, que beleza
    Máscara negra lá no baile de Veneza…”
    https://www.youtube.com/watch?v=7FeAPD47-2c
    Um abraço.
    P.S: Depois por favor me passem o endereço do estúdio que vou mandar para vc’s um doce de leite (melhor que uruguaio) daqui do centro-oeste de minas com uma cachaça.

  • Gostei muito do programa, e aprendi como sempre, mas vou pegar no pé do Filipe pelo uso da palavra “diletante”, que *não é* uma pessoa que fala do que não entende. De acordo com o dicionário Caldas Aulete, “diletante” é:

    1. (obsoleto) que ou quem é grande aficionado por música; melômano.
    2. (por extensão) amante das artes e da literatura.
    3. que ou quem pratica uma arte, um ofício etc. como um passatempo, e não como um meio de vida.
    4. (pejorativo•pejorativamente) que ou quem mantém uma atitude imatura, de amador, em relação a normas de ordem intelectual ou espiritual.

    A raiz da palavra é, justamente, italiana: dilettante ‘que ama, que dá prazer, que cultiva uma arte, uma ciência ou dedica-se a algum esporte por prazer, sem fins lucrativos, a quem falta experiência, perícia’, part.pres. de dilettare ‘dar prazer’, do lat. delectāre ‘atrair, afagar, deleitar, encantar, recrear’.

    E, por isso, vou me limitar a uma única bronca e não vou comentar a observação equivocada de vocês a respeito de “Romeu + Julieta” do Baz Luhrmann, uma das melhores adaptações do texto de Shakespeare já feitas na opinião de especialistas na obra, e não por causa do Leonardo DiCaprio (apenas).
    Abraço

  • Leonardo Porto disse:

    Programa impecável como sempre. Colaborando com o tema do programa, o Grêmio (sem clubismo), realizou um amistoso na Veneza,contra a equipe do Venezia, no dia 18 de agosto de 1985, e venceu pelo placar de 11×0. Até hoje é a maior goleada do Grêmio contra uma equipe europeia.

  • Matheus Hudson disse:

    Grandes Matias e Filipe, mais um programa espetacular!

    Só uma curiosidade aleatória a ser pontuada:

    Na temporada 2014/15, o Hellas Verona teve aquela que é uma das poucas (senão a única) dupla de zaga homônima da história, formada pelo mexicano Rafa Marquez (aquele!) e o brasileiro Rafael Marques, zagueiro de qualidade duvidosa que passou por uma porrada de times brasileiros e atualmente é um dos 457 medalhões que o Boavista/RJ contrata todo início de temporada.

  • MAURICIO SANT ANNA DOS REIS disse:

    Grande episódio, como de costume. Todavia, é imperdoável citar as cidades da Serra Gaúcha sem citar a briosa Garibaldi.
    Grande abraço!

  • Mauricio França Gonçalves Filho disse:

    Ola Matias e Filipe!
    Conheci o Fronteiras no fim de 2018 e desde então acompanho. Sou professor de História aqui no Rio de Janeiro e cansado de sofrer dentro de sala de aula, estou indo atrás do meu sonho que é ser jornalista. ( mesmo nesses tempos sombrios que passamos….) Comecei a indicar os episódios, tanto em sala de aula, quanto para amigos, ora professores ou mesmo curiosos.
    Desde 2018, eu faço, não em ordem de episódios, um resumo de cada aula que vocês ministram via podcast. Eu anoto tudo, para depois retirar e ajudar em minhas aulas. Eu amo história, porém lecionar está difícil aqui no Rio… Seus episódios me ajudam a complementar o meu conteúdo em aula, e por isso agradeço muito! Assim como eu, acredito que muitos professores se auxiliam com o material de vocês preparado com carinho!

    Forte abraço e sigam sempre em frente!

  • Rafael Gradin disse:

    Boa alvorada Filipe e Matias
    Parabéns para mais um excelente Fronteiras sobre Veneza! Meu tataravô veio de Pádua para o RS e foi ótimo descobrir um pouco mais sobre a história região. Terminei de ouvir o episódio no voo entre Porto Alegre e Campinas e foi bem legal poder acompanhar o episódio utilizando o mapa de voo no sistema de entretenimento da aeronave.

    Aproveitando que estamos falando sobre a região do Vêneto, estive em dezembro de 2019 no campo de concentração de Dachau na Alemanha e no livro com registros dos prisioneiros encontrei o nome de dois possíveis parentes da família da minha esposa, os quais possuem o mesmo sobrenome e são oriundos da mesma região no Treviso. Minha hipótese quanto ao motivo que foram enviados para Dachau é que seriam participantes do movimento de resistência ao regime fascista, contudo gostaria de alguma dica de material ou fontes sobre o movimento partisano para que possa pesquisar um pouco mais sobre a história deste dois possíveis familiares.

  • Jâmerson Terto disse:

    Impossível não ouvir sobre a ‘região metropolitana’ de PaTreVe e não fazer o paralelo com outra (menos famosa mundiamente, mas com certeza mais importante – rs): a Região Metropolitana do CraJuBar, no Ceará, formada por Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha.

    Brincadeiras à parte, parabenizar por mais um programa incrível. Ultimamente tinha “largado” o Fronteiras… pelo Xadrez… (sim, eu sei, vocês vão dizer que não precisa ser monogâmico, mas às vezes não rola tempo pros dois, então…), mas com esse programa voltei com tudo pro o podcast que me viciou na podosfera.

  • Ricardo Laste disse:

    Adorei o programa, principalmente por me permitir conhecer mais sobre a história da regiao de meus antepassados. A família do meu pai emigrou do norte do Veneto (provincia de Belluno, nos Alpes) para o Rio Grande do Sul, destino também da família da minha mae, que veio do Trentino, antigo território austríaco (motivo pelo qual meus tios maternos tiveram dificuldades para conseguir a cidadania italiana). No RS residem cerca de 16% dos 530.000 brasileiros com cidadania italiana, sendo o Brasil o quarto país do mundo com maior número de cidadaos italianos fora da Itália (logo atrás de Suica, seguido por Argentina e Alemanha). Segundo “as internets”, cerca de 90% dos italianos que emigraram para o RS tinham sua origem no Veneto e arredores.
    Uma curiosidade sobre a cidade natal de meus pais: no Vale do Taquari, interior do RS, existe uma cidade chamada Nova Brescia (apesar da Brescia original ficar na Lombardia, ela faz divisa com o Veneto), de onde sairam os fundadores das churrascarias mais famosas do Brasil. A cidade tem hoje cerca de 3.000 habitantes (grande parte deles idosos), e viveu um fluxo emigratório intenso na segunda metade do século XX, muito devido às pessoas que migraram para grandes cidades Brasil para abrir churrascarias/restaurantes. O fenomeno rendeu o documentário “Os Churrasqueiros de Nova Brescia” (https://vimeo.com/247203963). Churrascarias como a Vento Haragano (SP), Porcao (RJ), Fogo de Chao e muitas outras tem sua origem na cidade. A cidade entrou para o Livro dos Recordes em 2014 por realizar o churrasco mais longo registrado até entao (duracao de 8 dias e 15 toneladas de carne assadas), e existe um Projeto de Lei para reconhecer a cidade em território nacional como “terra dos churrasqueiros”.
    Abracos lajeadenses, diretamente de Stuttgart, Alemanha!

  • Rodolpho Pinto disse:

    Olá, Filipe e Matias!

    Parabéns pelo Fronteiras, impossível parar de ouvir.
    O episódio sobre Venezia foi fantástico, com exceção da piada sobre o Botafogo, que possui, talvez, o 1º negro campeão de futebol do Brasil – PAULINO DE SOUZA, campeão do da Taça Caxambu em 1906, além de tudo que o Botafogo proporcionou ao futebol brasileiro. Na minha opinião de botafoguense, o Botafogo foi melhor para o Brasil do que sempre foi para ele mesmo.
    Há pouco tempo descobri uma lenda familiar de que a avó do meu pai seria italiana e, ao ver a família rindo dele, resolvi fazer minha árvore genealógica. Descobri, até o momento, umas 7 gerações e constatei que ela é oriunda de CAVARZERE, a fênix do Vêneto. Situada na Província (Estado) de Venezia, cuja capital é a cidade Venezia –
    a famosa.
    Cavarzere tem uma história fantástica e mais antiga que o império romano, quase destruída algumas vezes pelo rio que a corta, bem como após a 2º Guerra Mundial, mas sempre se reerguendo das cinzas.

    Abraços!

  • Alex Corrêa disse:

    Bom dia, gostaria de sugerir uma pauta. Futebol em Santa Catarina. Acredito que seja um dos poucos estados do Brasil no qual os times do interior venceram mais que os da Capital. Por mais que a maioria dos clubes da capital tenham vencido seus títulos em campeonatos citadinos de Florianópolis. Acho que é uma ótima pauta, pois tem de tudo, um clube chamado Vampiros que aceitava Negros em 1918 (antes do Vasco), clubes com rivalidade extrema que se juntam para vencer a crise. Além da historia de Santa Catarina ser riquíssima. E gostaria de parabenizá-los por este programa incrível que vocês fazem, no qual torna a história muito mais interessante do que aquela que nos era lesionada nos tempos da escola.

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