Xadrez Verbal #195 Radiação Submarina

Depois da primeira parte do especial sobre o acordo MERCOSUL – UE, chegamos com nossa revista semanal de política internacional em formato podcastal!

Começamos pelo fundo do mar, com a notícia de que a Noruega detectou níveis de radiação vindos de um submarino soviético afundado. Onde mais temos embarcações nucleares submersas, no fundo do mar? E ogivas perdidas?

Ainda na Europa, passamos pela Grécia que está de novo governo, além das farpas na relação diplomática entre Reino Unido e EUA, notícias da Santa Sé, patrimônios da humanidade em Portugal, dentre outros.

Finalmente, voltamos para o Brasil, onde a notícia de que Eduardo Bolsonaro pode ser embaixador nos EUA causou grande repercussão entre ontem e hoje. Tem lado positivo? E os negativos?

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Xadrez Verbal #187 Black Metal Venezuelano

Programa um pouco diferente do que vocês estão habituados! Chegamos falando das relações entre as principais potências no Mundo. A Rússia foi conversar com os EUA, que brigou com a Europa, que precisa conseguir enfrentar os chineses, que foram banidos pelos EUA, que são amigos do Canadá, que teve seus cidadãos presos na China, que tem interesses na Venezuela, cujos representantes foram dialogar na Noruega.

Também passamos por notícias na América Latina e no Golfo Pérsico, onde os sauditas acusam os iranianos de terem sabotado seus navios. Além disso uma coluna de fôlego da professora Vivian Almeida!

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Xadrez Verbal #184 Sri Lanka

Domingo de Páscoa sangrento no Sri Lanka, com centenas de mortos após uma série de atentados sincronizados. O que aconteceu, quem é o culpado, qual o contexto político do país e o que podemos aprender e debater com esse trágico evento?

Fomos até Vladivostok, para a cúpula entre Kim Jong-un e Vladimir Putin, com alfinetadas aos EUA. Também passamos pelo Oriente Médio, antes de cruzar o Mar Negro em direção à Europa, onde a Ucrânia tem um novo presidente, a Espanha enfrentará eleições e outras notícias do Velho Mundo.

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Xadrez Verbal #158 Cúpula Intercoreana

Matias Pinto e Filipe Figueiredo giram pela vizinhança, falando principalmente sobre a Venezuela. Relatórios da Anistia Internacional, possibilidades de TPI, defesa aberta de intervenção, tudo isso enquanto Maduro come as carnes do restaurante de Salt Bae. O país nessa situação e o cara jantando, já diria o meme.

Voltamos ao Oriente Médio, com notícias do abate do avião russo na Síria e o acordo para a província de Idlib; também passamos pelo Líbano e comentamos a proibição de barbas na polícia egípcia. Fomos até a península coreana, com uma nova cúpula entre Moon e Kim, que deixou muitos otimistas, mas sejamos céticos.

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Xadrez Verbal #157 Países Bálticos

Matias Pinto e Filipe Figueiredo giram pela vizinhança, atualizando você desde o México até o Uruguai. Também formalizamos o formato do Odebrechtquistão, que agora inclui o Ducado de Camargo Correa no Peru!

Também passamos pela Europa, com notícias da Espanha até a Rússia, incluindo as eleições suecas em que, novamente, quem ganhou não vai levar. Já no Xeque, fomos até o mar Báltico e discutimos um pouco o histórico das antigas repúblicas soviéticas na região, além das relações anteriores com russos e germânicos.

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Xadrez Verbal #150 Helsinque

Filipe Figueiredo e Matias Pinto foram até a Finlândia, para comentar o que Donald Trump falou com Putin. E depois disse que falou errado. Ou não falou? Aí falou o contrário? Ou negou o que falou e afirmou o que falou antes? Além dessa complicação, tentamos entender como Montenegro pode iniciar a Terceira Guerra Mundial.

Antes disso, passamos por Israel, onde uma nova Lei Básica coloca em xeque o idioma árabe e toca em temas sensíveis, como os assentamentos, e também viajamos pela América Latina, destacando os acontecimentos na Nicarágua, com diversos fatos novos.

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A corajosa Seleção Arco-Íris

Sabiam que corriam perigo, mas era por necessidade. Os seis integrantes do projeto The Hidden Flag tinham a necessidade de se expressar, de protestar, de gritarem “Presentes!” na Copa do Mundo. A Rússia, LGBTfóbica da raiz às folhas, foi desafiada e enganada. Seis cabeças erguidas acima de camisas de seleções desfilaram por Moscou com a bandeira do arco-íris oculta e exposta em seus corpos. Chama-se coragem.

Cada um com coragem de afrontar, mesmo que com artimanha. Coragem para se prontificar a ir, mesmo consciente de todos os riscos. Coragem desde que viu o convite da Federacion Estatal LGBT, de Madri, pensou que queria ir, repensou se queria ir, decidiu que queria ir. Foi. Pensou se realmente era firmeza ir às ruas, repensou, vestiu a camisa, se encontrou com as parcerias. Foram.

“Você tá maluco? É muito perigoso”, avisou o namorado de Eloi Júnior, o brasileiro no protesto.  Era a preocupação, aquela cola que não deixa o que já de ruim te ocorreu sair do pensamento. Ele garantiu: “O risco não me importa. É um projeto que quero muito participar”.

Eloi tem uma história não muito diferente de tantos homossexuais. Família conservadora, cidade conservadora, meio ambiente conservador a enfrentar e o condenar. Cresceu, como eu, em um Brasil onde a homossexualidade, a bissexualidade, a transexualidade e a interssexualidade nos são apresentadas como as maiores vergonhas para a família, para os amigos, para a própria pessoa. E você se encolhia, se escondia, se culpava, se sentia o erro, a desonra, a pior das condições, a que a sociedade tinha razão em odiar. Era contra a natureza, os desígnios divinos, a família tradicional.

“Já tá errado por ser viado.” Ouviámos direto, deslegitimando qualquer reivindicação, tivesse ou não a ver com homossexualidade. Onde o desencaixado sexual tinha, no máximo, o direito de se calar, se retirar, para não apanhar. Aprendemos a nos encolher para sobreviver.

O clima mudou e meio mundo se conectou, se reconheceu, se deu as mãos, ganhou incentivo, ganhou disposição e coragem para ir às ruas determinado a não se negar mais. A retirar véus. Meio mundo se deu às mãos para o confronto. O Bandeira Escondida (The Hidden Flag) é um exemplo.

Na Rússia, o meio mundo ainda é menos que metade. Dá cadeia exibir afetos e símbolos LGBTs. Os seis ativistas eram a vulnerabilidade caminhante. Foram um misto de Espanha, Holanda, Brasil, México, Argentina e Colômbia com medo e com perseverança, com decisão de lutar, com reafimação da decisão, com respirar fundo, com seguir em frente, com a lucidez emparelhando com a loucura, o que deu em coragem. Deu em desataque de prudência, que ativista tem ao emprestar o próprio corpo a uma causa.

Fizeram fotos, postaram na web, passaram na cara. Causa se defende não apenas com amor e informação. Desaforo dá ânimo e satisfação.

Bastava que alguém desconfiasse e denunciasse. Bastava algum policial reconhecer a ordem das cores. O cassetete descia. Consideram afronta, desrespeito ao país. Odeiam. Agridem.

A violência, na vera, não é por causa dos beijos em público, nem pelas bandeiras levantadas, pelos atos políticos. São só atitudes que causam mais raiva. A violência vem por nossa existência. Antes das paradas, dos carinhos ao ar livre, da autoestima e da não autocriminalização já havia espancamentos e mortes. Odeiam a nós por sermos quem somos, mesmo a quem insiste em um armário que pouco dá segurança.

Os seis sabiam que era arriscado. Poderiam ganhar ou perder. Perder feio. Ganharam. Caminharam torando aço, mas chegaram a um campeonato que lhes será eterno a cada jogo: o de ter coragem de entrar em campo.

 

 

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Xadrez Verbal #136 Douma

Semana tensa no noticiário internacional! Na Síria, mais uma denúncia de uso de armas químicas contra a população civil. Troca de acusações entre Ocidente e Rússia e a pergunta: quem foi o (ir)responsável pelo ataque? Tudo isso seguido de escalada da retórica e da presença militar das potências na região, com a possibilidade de um ataque pelos EUA e seus aliados contra o regime Assad, protegido pelos russos.

Por conta disso, Trump cancelou sua presença na Cúpula das Américas, que ocorre neste final de semana em Lima, no Peru. Outras ausências serão sentidas e outros problemas na região são repassados no programa. Viajamos pela Europa, da Irlanda até o Azerbaijão, comentando a vitória de Orbán na Hungria, e também giramos pelo mundo, dando uma passadinha em Vanuatu.

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Xadrez Verbal #135 Quinzena

Depois de uma sexta-feira santa sem a sua revista semanal de política internacional, Felipe Figueiredo e Matias Pinto voltam em dobro. Para compensar a semana de ausência, teremos três giros de notícias, uma Quinzena na História, assim como dois peões em cada categoria. Ou seja, não tem desculpa para não lavar a louça! Giramos pela nossa vizinhança latino-americana, do Rio Grande no México até a Terra do Fogo na Argentina, passando inclusive pelo nosso Brasil varonil!

Também fomos até o Oriente Médio, onde Erdogan, Putin e Rouhani se encontraram em Ancara. Comentamos as relações entre as potências nos assuntos quentes dessa quinzena: a situação no Extremo Oriente, com Kim Jong-un indo até Pequim de surpresa; as farpas diplomáticas entre Rússia e Ocidente no tema do envenenamento do espião; e a guerra comercial entre China e EUA.

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Xadrez Verbal #134 Adeus PPK

Uma era se encerra. Pedro Pablo Kuczynski torna-se o primeiro líder sul-americano cujo mandato se iniciou e foi encerrado enquanto existe a sua revista semanal de política internacional em formato podcastal. O Peru agora passa por um momento de crise política e indecisão, mais um reflexo das políticas do Estado Plurinacional do Odebrechtquistão. Com a renúncia de PPK, vão com ele um mar de trocadilhos.

Além da situação peruana, fazemos um Eurotour, de Londres até Moscou, de Sarkozy preso a Putin reeleito. Também fomos ao Oriente Médio, onde Israel, para surpresa de ninguém, admitiu que atacou um possível reator nuclear sírio em 2007.

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Xadrez Verbal #133 Veneno

Na nossa América Latina, as eleições na Colômbia e em Cuba, prisões na Venezuela e no Peru e muitas notícias brasileiras. O pedido de suspensão das negociações entre UE e MERCOSUL devido ao assassinato de Marielle Franco, as relações astronômicas (literalmente) do Brasil, e viagem de Bolsonaro ao Oriente, dentre outras.

Na Secretaria de Estado dos EUA, sai Rex Tillerson, demitido pelo Twitter (é sério!), entra Mike Pompeo. Na CIA, sai Mike Pompeo, entra Gina Haspel. O que isso pode significar? De lá, vamos para a Europa, onde o Reino Unido acusa a Rússia de envenenamento, e a Rússia nega. Os fatos e cada uma das versões você vai ouvir aqui, além de um passeio pela Europa.

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Fronteiras Invisíveis do Futebol #45 Rússia Pt.1

Всероссийский футбольный союз!

Depois de um longo inverno, o podcast que desvenda os mistérios do Planeta Bola volta com um episódio bastante esperado pela nossa audiência, no caso o centenário das revoluções ocorridas na Rússia de fevereiro a outubro de 1917.

Nesta primeira parte, contextualizamos a formação da Rússia – sobretudo da região a oeste dos Montes Urais – e a chegada dos eslavos, que disputaram o território com mongóis e túrquicos, até a consolidação de Moscou como capital e a dinastia dos Romanov, a partir de 1613.

Também abordamos como o futebol chegou às cidades portuárias de Odessa e São Petersburgo, através dos marinheiros britânicos, e se espalhou pelas estepes. Destacamos os resultados das seleções do Império Russo e da União Soviética, bem como os principais clubes e jogadores surgidos no século passado.

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