Xadrez Verbal

Xadrez Verbal #201 Amazônia

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Giramos pela Europa, onde Giuseppe Conte renunciou como premiê italiano, um relatório secreto do Brexit vazou e Trump cancelou visita à Dinamarca.

Também demos um pião pela nossa quebrada latino-americana, para falar de temas políticos, como o novo ministro da economia argentino, possibilidade de impeachment no Paraguai e extradição entre Brasil e Chile.

Já no bloco principal, como não poderia deixar de ser, falamos da Amazônia. Os incêndios, as reações, as bases ideológicas, a acusação de Macron de que Bolsonaro mentiu, a postura do governo brasileiro e demais aspectos geopolíticos.

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14 comentários em “Xadrez Verbal #201 Amazônia”

  • Rafael Jalles disse:

    Pequena correção: Iracema, de José de Alencar, é um livro romântico que fala sobre a suposta história de ocupação do território cearense. No ceará, não há floresta amazônica. O único estado do nordeste que tem parcela da floresta é o Maranhão.

  • Alexis Petri Costa disse:

    Bom dia, pessoal!

    Algumas observações em relação à matéria do Valor. Da forma com que foi calculado não está totalmente correto. O ideal seria calcular o valor em dólar, e dia-a-dia. Eu refiz os cálculos com a data da matéria (15/08), e em 2019 o saldo de investimento estrangeiro na bolsa brasileira foi negativo em 5.5 Bi. Em 2008, esse valor foi de 8 Bi. Ainda é um mal sinal, mas fica mais coerente: seria forçar a barra dizer que a percepção de risco mensurada pelo investidor estrangeiro em 2019 já é maior do que na crise de 2008. Além disso, esse não é o único fator para esse tipo de medida, uma argumentação acadêmica precisaria analisar câmbio, títulos soberanos, CDS, investimento estrangeiro direto, entre outros.

    Isso posto, não há dúvida que, também no mercado financeiro, o Brasil está passando por uma crise de confiança nos últimos anos e especialmente em 2019. Infelizmente.

    Grande abraço!

  • Antonio Bordallo disse:

    Olá, estimados do Xadrez Verbal.
    No útlimo episódio onde falaram sobre um episódio na Nova Zelandia e mencionaram o termo “Māori”com esse acento de vocal longo sobre o A.
    Não tenho fontes oficiais, mas tenho notado em vários locais o termo passou do nada a vir com esse traço acima. Empiricamente eu creio que eles convencionaram colocar esse acento no A justamente pra evidenciar que a sílaba tônica é no A, e não no O como muitos não-falantes de língua inglesa se referem às vezes. Talvez eles estejam cansados de explicar que o certo é “MÁori” e não “Maôri”. Isso não é nenhuma correção à pronúncia de vocês pessoalmente, mas talvez eles observaram um certo padrão nesse procedimento e quiseram resolver de vez.

    Um bom exemplo onde isso já mudou é que o escudo da seleção de rugby neozelandeza de nativos (Maori All Blacks) passou a aparecer com o tracinho em cima, que antes não havia. https://allblackshop.com/product-category/maori-all-blacks/

  • Ulisses Nathan Lazzarini disse:

    Olá meus caros! Meu nome é Ulisses e sou estudante de Engenharia Cartográfica e de Agrimensura na UFPR e gostaria de adicionar um ponto importante nessa questão da Amazônia:
    – TODOS os estudos acerca do desmatamento e demais relatórios do INPE são embasados em uma área de estudo chamada Sensoriamento Remoto (basicamente, obtenção, manipulação e análise de imagens de satélite). Porém, desde o início, não tivemos NENHUM profissional da área consultado pela mídia para melhor esclarecimentos e isso é muito ruim, pois apesar de alguns fatores técnicos influenciarem na interpretação das imagens, de forma geral é fácil explicar a um leigo como são feitas as análises das áreas de interesse. Sendo assim, infelizmente, a população fica à merce dessa guerra de informações que muito mais atrapalha que ajuda.
    Abraço a todos e deixem um forte salve pro meu amigo e socialista Eduardo, estudante de Medicina na Unicesumar de Maringá!!

  • Bruno Benicá disse:

    Adorei a edição, a cobertura sobre a questão da Amazônia foi muito serena. Imagino que a próxima edição vá falar muito de França/Brasil e do querido Boris Johnson.

    Gostaria que mandassem um abraço para o meu companheiro Fernando, uma vez que completamos 2 anos de união estável nesta semana, vai que assim ele começa a ouvir o podcast comigo.

  • Kelly Coelho disse:

    kcoelhos@gmail.com

    Meu caro Matias! Que programa maravilhoso! Parabéns a todos. Preciso, contudo, fazer um pequeno adendo: foi mencionado no programa 201 o meu amado conterrâneo José de Alencar. Antes, uma pequena correção: você chamou de José Alencar, mas é DE alencar. O romance Iracema se dá aqui no Ceará, na localidade de Ipu (pertinho aqui de onde moro e aproveito pra dar meu beijo aos meus alunos de lá!) e não na Amazônia (não temos floresta amazônica aqui). Beijos! Até mais!

  • Allen Teixeira Sousa disse:

    Hora de fazer o papel do chato.

    Primeiramente esses líderes mundiais estão apelando pro sensacionalismo, porque a maior parte do gás oxigênio produzido pelas árvores é consumido por elas durante a noite, afinal elas são seres vivos. O grande pulmão do mundo são os micro-organismos, majoritariamente fitoplâncton e as algas, que vivem nos oceanos desses pálido ponto azul.

    A floresta amazônica ela é um reservatório ridiculamente gigantesco de carbono, ou seja, se esse carbono for liberado no eco sistema, vai da uma problema gigantesco.

    Como químico tenho que dizer que esse florestão é riquíssimo em compostos químicos com efeitos inimagináveis, por exemplo, ser um tratamento eficaz para doenças já existentes ou de novas.

    Outro ponto importante que as árvores são um transportador de água bizarramente eficiente, rios voadores, sem elas o sul e o sudeste do Brasil vai virar um belo de um deserto.

    Valeu por esse maravilhoso trabalho seus lindo

  • Erick Monteiro disse:

    Ótimo programa mas deixaram passar uma efeméride: os 30 anos da corrente báltica, evento ocorrido no dia 23 de agosto de 1989 que reuniu aproxidamente 2 milhões de pessoas em uma corrente humana com 650km de extenção com início em Vilnius (capital da Lituânia), passando por Rīga (capital da Letônia) e terminando em Tallinn (capital da Estônia), o evento foi um protesto pacífico contra a dominação soviética nos países bálticos e muito importante nos processos de independência destes países.

    Gostaria de mandar um abraço ao Jonatas Lima, vulgo Sorín, antigo companheiro do Visão Vermelha Futebol e Cannabis e ouvinte do Xadrez Verbal.

  • Erick Monteiro disse:

    Ótimo programa mas deixaram passar uma efeméride: os 30 anos da corrente báltica, evento ocorrido no dia 23 de agosto de 1989 que reuniu aproxidamente 2 milhões de pessoas em uma corrente humana com 650km de extenção com início em Vilnius (capital da Lituânia), passando por Rīga (capital da Letônia) e terminando em Tallinn (capital da Estônia), o evento foi um protesto pacífico contra a dominação soviética nos países bálticos e muito importante nos processos de independência destes países.

    Gostaria de mandar um abraço ao Jonatas Lima, vulgo Sorín, antigo companheiro do Visão Vermelha Futebol e Cannabis e ouvinte do Xadrez Verbal.

  • Celio Jonck disse:

    Uma pergunta que não quer calar… Poderá o filho da Claudia Leite, por ser nascido nos EUA, se chamar Jack Milk???

    Grande abraço a vocês e obrigado por me fazerem companhia na sempre lenta travessia diária da ponte Rio Niteroi.

  • Matheus Granzotto Gewehr disse:

    Eu vivi para vocês usarem como referencia de notícia o jornal da minha cidade! Gazeta do Sul de Santa Cruz do Sul e região. Ótimo programa como habitualmente, escuto sempre quando possível, inclusive o fronteiras invisíveis do futebol. Abraço de um estudante de engenharia de computação amante de história!

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