Xadrez Verbal

Xadrez Verbal #242 Girão Eleitoral

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Começamos pela Europa, com o banimento de partido neonazista na Grécia, treta no Chipre e debate histórico sobre pesca Bélgica.

De lá fomos para a Ásia, com a crise no Quirguistão, disputa política na Micronésia e rinha de mascote no Japão.

Finalmente, um grande tour mundial pelas eleições do último final de semana e da próxima quinzena, com pleitos na Bolívia, Chile, Lituânia, Nova Zelândia e mais um monte de lugares.

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10 comentários em “Xadrez Verbal #242 Girão Eleitoral”

  • Michel Franklin Cardoso Sobrinho disse:

    Um abraço aos meus companheiros de turno Mathias e Filipe. Excelente programa pra variar. Que tal uma edição de 12 horas para cobrir todo meu turno?
    E um beijo pra minha senhora Mara Alcantara.

  • André Kawaguchi disse:

    Estou morando no Japão atualmente e morri de rir sobre a notícia das tretas dos mascotes. Aliás, realmente o Kumamon é bem tradicional por aqui. Não conhecia o nome desse mascote, mas pela descrição de vocês ficou fácil de identificá-lo, afinal ele está em todos os lugares. Ótimo programa como sempre! Abraços!

  • Fala aí, Filipe e Matias. Aqui quem escreve é Gabriel da agência Xinhua. Sou ouvinte do programa há tempos e vocês até já leram comentários meus no passado (agradeço pacas). Uma pequena correção nas efemérides: Beijing passa a ser capital na dinastia Ming, porém a capital da China Nacionalista (Guomindang) é Nanjing. Depois da tomada de Nanjing pela invasão japonesa de 37, a cidade de Chongqing se torna a capital Nacionalista, permanecendo assim até a vitória aliada em 45. São os comunistas que em 1949 tornam Beijing mais uma vez capital da China. Abraços e parabéns pelo trabalho.

  • José Carlos Junior disse:

    Só um adendo: neo-nazista nem devia ser considerado(a) gente ou cidadão. Devia é ser jogado no meio do oceano e ouvir as seguintes palavras: se vira.
    Salve para vocês, e venho lembrar que o Matias é o Chris McCandless do Brasil (eu já disse isso no Instagram dele).

  • Saudações! Sou um ministro de uma religião japonesa em Melbourne – Austrália.
    Acerca dos yuruchara, esse termo é derivado de yurui e charachter (sim, vem do inglês, pronuncia-se como o fonema de character mesmo), e pode ser traduzido como “um personagem que faz o ambiente ficar leve, solto”.
    O yuruchara com a calça de piano que o Filipe perguntou tem a ver com o programa um pouco: ele chama Shusse Daimyo Ieyasu Kun (Ieyasu Kun para os íntimos); pelo nome dá pra ver que ele faz referência a Tokugawa Ieyasu, que estabeleceu o shogunato que duraria até a era Meiji (aliás, mais nerdologias do Japão, por favor!), e representa a cidade de Hamamatsu, a capital dos brasileiros no japão.
    Ele foi escolhido porque Ieyasu foi de Hamamatsu que o Ieyasu saiu pra se tornar o Shogun. As laranjas na camisa e o piano no saiote representam dois dos principais produtos da cidade, e seu “poder” é de trazer “promoção no trabalho, sucesso profissional (daí o termo Shusse)”, já que foi de lá que os Tokugawa ascenderam ao poder.
    Abaixo alguns links sobre o Ieyasu Kun
    https://www.city.hamamatsu.shizuoka.jp/kanko/intro/100year/100chara.html
    https://ja.wikipedia.org/wiki/%E5%87%BA%E4%B8%96%E5%A4%A7%E5%90%8D%E5%AE%B6%E5%BA%B7%E3%81%8F%E3%82%93
    https://www.yurugp.jp/jp/vote/detail.php?id=00000037

  • Saudações! Sou um ministro de uma religião japonesa em Melbourne – Austrália.
    Acerca dos yuruchara, esse termo é derivado de yurui e charachter (sim, vem do inglês, pronuncia-se como o fonema de character mesmo), e pode ser traduzido como “um personagem que faz o ambiente ficar leve, solto”.
    O yuruchara com a calça de piano que o Filipe perguntou tem a ver com o programa um pouco: ele chama Shusse Daimyo Ieyasu Kun (Ieyasu Kun para os íntimos); pelo nome dá pra ver que ele faz referência a Tokugawa Ieyasu, que estabeleceu o shogunato que duraria até a era Meiji (aliás, mais nerdologias do Japão, por favor!), e representa a cidade de Hamamatsu, a capital dos brasileiros no japão.
    Ele foi escolhido porque Ieyasu foi de Hamamatsu que o Ieyasu saiu pra se tornar o Shogun. As laranjas na camisa e o piano no saiote representam dois dos principais produtos da cidade, e seu “poder” é de trazer “promoção no trabalho, sucesso profissional (daí o termo Shusse)”, já que foi de lá que os Tokugawa ascenderam ao poder.

  • Daniel Soares disse:

    O Xadrez Verbal tem uma abordagem curiosa, pra dizer o mínimo, das eleições nos USA: faz questão de repercutir diversas declarações “bizarras” do Trump, mas nunca comenta as falas absurdas do Biden.
    Podemos citar como exemplo a declaração dele dizendo estar orgulhoso por concorrer ao Senado ou aquela em que ele afirmou que 200 milhões de americanos morreriam de Covid ao final do seu discurso.
    Vamos disfarçar um pouco esse torcida ai, pessoal!
    Forte abraço!

  • Prezados,

    Minha namorada estuda Cinema, na UFPel, e na cadeira de Cinematografia Periférica assistimos a um filme quirguiz (Suleyman Mountain) e a um filme tailandês (Manta Ray).

    Suleyman Mountain tem como pano de fundo o sincretismo religioso formado por praticantes do Islã e de rituais xamânicos. O casal protagonista é formado por um biscate muçulmano e uma líder xamã, cujo curandeirismo é visto como maus olhos pela família do marido. A montanha Suleyman é tido como um lugar sagrado para os povos nômades dessa região da Ásia Central, que transitam entre as cidades de Bishkek e Osh. O filme é dirigido por uma cineasta russa, é falado em russo e os protagonistas se locomovem em um caminhão fabricado na Alemanha Oriental nos anos 1970.

    Já Manta Ray é um filme tailandês que tem como pano de fundo a perseguição aos rohingya em Mianmar e sua fuga desesperada por selva e mangues na fronteira com a Tailândia. O filme se passa numa colônia de pescadores, em que um homem rohingya é encontrado agonizando no mangue e, após ser salvo, trabalha como pescador, mas não fala com medo de ser reconhecido como estrangeiro. À noite, as almas dos rohingya mortos e enterrados na lama dos mangues iluminam os caminhos para a pesca da ‘manta ray’, uma espécie de arraia, tida como iguaria de mais alto valor na região.

    Abraços!

  • Antonio Bordallo disse:

    Meu caro Matias e meu caro Filipe.
    Não pude deixar de me manifestar ao ver que vocês invocaram o icônico Kumamon nesse episodio.
    Mais que um mascote de Kumamoto, a internet ocidental o abraçou anos atrás como o icone fofo do satanismo de zoeira.
    O nome de Kumamon é associado a frase “For the glory of Satan, of course” 😉 https://knowyourmeme.com/memes/kumamon
    No Japão eles não entendem muito essa associação, mas no mundo dos memes é assim.
    Talvez essa associaçao seja por conta de um episodio num programa de culinaria https://www.youtube.com/watch?v=S5WJDk1zRxs

    Jogando “kumamon satan” no google imagens você ve isso
    https://www.google.com/search?q=kumamon+satan&rlz=1C1DLBX_enEE800EE800&sxsrf=ALeKk000BNOtUSjj_Nr593OQPjtxE4aWDw:1603890997373&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=2ahUKEwihmqDJr9fsAhXJ-yoKHUIuCVQQ_AUoAXoECAYQAw&biw=2400&bih=1171

    La no japao já tem varios Kitkats deles (comprei um de chocolate preto com cha verde quando fui la). Veja a cara de psicopata dele na embalagem ( https://www.google.com/imgres?imgurl=https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/91xNRRJQrVL._AC_SL1500_.jpg&imgrefurl=https://www.amazon.ca/Nestle-Kitkat-Kumamoto-Kumamon-version/dp/B01N43MD7U&tbnid=xcx6fgZjRGf8tM&vet=1&docid=ll2nMKpvByCdIM&w=988&h=1500&itg=1&source=sh/x/im )

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