Xadrez Verbal

Xadrez Verbal #251 Truco Armênio

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O estado nessa situação e o cara indo pra Cancún! Se não entendeu a referência, vai entender tudo nesse programa.

Também passamos pela África, com eleições no Níger e uma cervejaria das antigas no Egito. De lá, giramos pelo Oriente Médio, com os primeiros ataques aéreos do governo Joe Biden.

Por fim, rodamos pela Europa, principalmente o mundo pós-soviético, incluindo mais uma crise na Armênia!

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7 comentários em “Xadrez Verbal #251 Truco Armênio”

  • Excelente programa…

    Gostaria de passar uma dica pro Matias (pro Felipe tbm, mas acho esse mais a cara do Matias). O livro “A Criação da Juventude – Como o conceito de teenage revolucionou o século XX”, de Jon Savage. Aborda a criação do conceito de juventude no período entre fins do século XIX até 1945.

    Achei o livro incrível… ele faz uma costura muito interessante de precursores e de pessoas que deixaram registros em diários, cartas, etc. A gente lê sobre o sucesso do jazz na Europa e nos EUA e não consegue deixar de pensar no público do rock. As gangues vitorianas. Apaches em Paris. Os loucos anos 20. A juventude como consumidor da indústria cultural.

    Eu não sei se ele é muito “historiográfico” (se é que estou usando o conceito corretamente), não tem notas de rodapé, não tem análises de tabelas e evita o cabecismo acadêmico, mas como leigo, gostei muito…

    O livro foi traduzido em português, mas tá esgotado… você encontra em outros lugares poraí.

    Abs

  • LEONARDO FELIPE GUEDES disse:

    Excelente programa. Queria aproveitar o assunto dos armênios e lembrei de uma dúvida sobre os curdos. Teve um programa do xadrez verbal que esclareceu sobre os curdos, com comentários de uma convidada. Na ocasião até perguntei sobre eles mas devo ter escrito em algum outro canal. Os curdos participaram do genocídio armênio ao lado dos turcos e posteriormente foram traídos?

    • Olá Leonardo,

      Como o exército regular otomano estava mobilizado para a Grande Guerra, o governo otomano recrutou forças curdas para executar o genocídio armênio. Foi prometido às lideranças curdas que eles poderiam ocupar as vilas e cidades dos armênios caso eles executassem a deportação (e extermínio) daquela população. Entretanto, a Turquia kemalista surgiu nos anos 1920 com uma forte valorização do elemento nacional turco e, por isso, intensificou-se o processo de ‘turquificação’ dos curdos, que não tiveram nenhum tipo de autonomia reconhecida por Mustafá Kemal ‘Ataturk’. Hoje, algumas lideranças curdas reconhecem que foram usados pelos turcos no genocídio armênio e se desculparam oficialmente. Alguns ainda dizem que “os armênios foram o café da manhã dos turcos. Nós, curdos, somos o almoço, o jantar…”

  • Lucas Conrado disse:

    Fala pessoal, beleza? Tem um bom tempo que não comento aqui.

    Se não me engano, foi comentado no programa sobre o perigo de se construir uma usina nuclear na beira do mar. Na verdade, deve-se construir uma usina nuclear na beira de um corpo d’água grande. Essas instalações (assim como outras usinas, como as termoelétricas e geotérmicas) funcionam esquentando água até o ponto de ela virar vapor em alta pressão. Esse vapor move as turbinas que geram a eletricidade. Além disso, a água já resfriada ajuda a diminuir a temperatura do reator. Daí a importância de a usina ser construída na margem de um rio, um lago ou o mar.

    Acho que o problema ali em Fukushima foi os projetistas não considerarem a óbvia possibilidade de o Japão ser atingido por uma tsunami. Aqui no Atlântico Sul, acho que onda gigante só atinge a usina de Angra dos Reis se aquele vulcão das Ilhas Canárias desmoronar (apesar de, pelo que lembro, as ondas atingirem mais o Nordeste do que o Rio de Janeiro), um asteróide cair no mar (AJUDA BRUCE WILLIS) ou se o Cthulhu surgir do mar.

    Grande abraço!

    Lucas Conrado
    32 anos
    Agente de aeroporto (comissário de voo tentando voltar a voar)
    Vespasiano MG

  • Carlos Ferreira disse:

    Excelente programa!
    Me reparei lembrando de um antigo quadro do programa, o menino Neymar. Lembro que foi excluído e o caso que o levou a isso meio que se provou inexato. Vocês pretendem, um dia, voltar o quadro com o mesmo ou outro nome?

  • Olá caríssimos!

    Sobre o “dilema ético de comer chocolate” indico a leitura de um grande (e ignorado) romance nacional: “Terras do sem fim” do Jorge Amado que trata da disputa de dois “barões do cacau” por um pedaço de terra para plantar e enriquecer mais e da máquina de moer gente que essa disputa cria. Um dos motes do romance é que a terra em questão é a melhor para o plantio porque foi adubada com o sangue dos milhares de homens que pereceram nela.

    Apesar de ser uma obra de ficção, o livro denuncia a barbárie que, de fato, ocorre por trás da matéria prima de algo tão ‘inofensivo’ quanto aquela barrinha de chocolate no fim de semana.

    Então, na próximas promoção daquela loja de departamentos do tipo ‘pague um leve dois’, vale lembrar que quando pagamos barato por alguma coisa, podemos ter certeza de que alguém pagou muito caro no nosso lugar.

    Abraço!

  • Joao Guilherme disse:

    O meu professor de América Latina Contemporânea nos passou uma trabalho para falar sobre os sequestros de crianças que ocorreram nas ditaduras do Cone Sul. Muito obrigado por nos repassar essa notícia que os oficiais do ESMA foram condenados, tenho certeza que vai ser muito bem utilizados….

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