Travessia

Travessia #103 Solidão

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Tempos difíceis, tempos de confinamento.

A falta de contato com pessoas queridas é uma das grandes dificuldades da quarentena que vivemos. 

Fala do problema ajuda a lidar com ele. O Travessia hoje vai te fazer companhia para lembrar como a música brasileira tratou dela, a solidão.

Nesta edição:

— Alceu Valença e a solidão dos astros, da lua, da noite, da rua.

— A solidão causa certa paz, que não faz nem desfaz, tornando as coisas banais. É o que cantam os Cantores da Lapinha na obra-prima de Baden Powell e Paulo Cesar Pinheiro.

— Elis Regina canta sobre a altiva moça solteira do oitavo andar, na letra de Aldir Blanc.

— Toquinho, Vinícius de Moraes e Maria Medaglia nos lembram que a ausência é um sofrimento, e de repente dá vontade de chorar.

— Paulinho da Viola relembra Carlos Drummond de Andrade sobre os desencontros do amor, na versão de Marisa Monte e Gilberto Gil.

— Dominguinhos encara a solidão como uma coisa boa: é a oportunidade de seguir em frente consigo mesmo.

— Maurício Pereira e a solidão da pedra, cuja maquiagem é o pó da estrada.

— Lenine hoje quer sair só.

— O solitário Lobão não vê a mágica do absurdo.

— Engenheiros do Havaí e a mulher que apareceu tão sozinha que parecia minha aquela solidão.

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2 comentários em “Travessia #103 Solidão”

  • Pedro Santos disse:

    Kid Abelha também também fala em: ” Eu tive um sonho, vou te falar: eu me jogava do oitava andar.”

    Achei que vocês teriam essa resposta, uma pergunta que também já me fiz durante a vida.

    • Eu chutaria que é uma opção fonética “oitavo” é um hiato e começa com vogal, formando uma sinalefa em várias dessas músicas. Não teria um andar melhor 🙂

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