Xadrez Verbal #183 Notre Dame

Em véspera de feriado chegamos com um programa que propõe algumas reflexões. Primeiro, sobre o incêndio na catedral Notre Dame, de Paris; o significado de um prédio histórico, a preservação de patrimônio, teorias da conspiração e as discussões sobre as contribuições para os reparos deste patrimônio da humanidade.

Também falamos sobre o suicídio do ex-presidente peruano Alan Garcia e os casos de corrupção no país vizinho; motivos, desdobramentos e a junção da política com o judiciário. No mais, passamos pelas eleições finlandesas, o relatório Mueller nos EUA e as relações entre Washington e Pyongyang.

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Xadrez Verbal #182 Sudão

A trajetória do país, o que aconteceu e o que isso pode significar você vai ouvir nesta edição, ilustrada pela estudante de engenharia Alaa Salah, que se tornou um símbolo da resistência popular sudanesa.

Atravessamos o Mar Vermelho até chegar à Israel, onde Netanyahu venceu mais uma eleição e caminha para ser o premiê com mais tempo de cargo, além de um giro pelo Grande Oriente Médio.

Seguimos para Londres – desta vez sem Brexit (ufa!) – onde Julian Assange foi preso após o Equador suspender seu asilo, gerando uma troca de acusações dentro do país andino, junto de outras notícias latino-americanas.

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Xadrez Verbal #181 Hello Bibi

Jair Bolsonaro foi até Israel e analisaremos os principais tópicos da visita: o escritório em Jerusalém; as eleições locais; a visita ao Muro das Lamentações; os acordos assinados; as gafes etc.

Aproveitando a ocasião, também passamos pelo restante da América Latina e do Oriente Médio, com as eleições na Turquia sinalizando uma derrota para Erdogollum.

Atravessamos o Estreito de Bósforo, em direção à Europa, com o loop temporal do Brexit e as eleições locais na Eslováquia e Ucrânia.

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Xadrez Verbal #165 Midterms 2018

Matias Pinto e Filipe Figueiredo vão até os Estados Unidos, falar das eleições de midterm, de meio de mandato.  Contamos com a ajuda do Gustavo Rebelo, da Flórida, para passar os resultados, a composição do Legislativo, eleições estaduais e quem ganha e quem perde.

Passamos por referendos pelo mundo, com a Nova Caledônia decidindo continuar parte da França, e votações no Caribe e em Madagascar. Novamente passamos aqui pelo nosso Brasil, avaliando o que mais saiu sobre a política externa do presidente eleito Jair Bolsonaro, como o cancelamento de um evento pelo governo Egípcio.

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Xadrez Verbal #161 Jamal Khashoggi

Matias Pinto e Filipe Figueiredo recebem novamente nos estúdios Tupá Guerra, a demonóloga de voz inconfundível. Fomos até a Turquia, onde o possível sequestro e assassinato de um jornalista saudita, opositor do governo do seu país, pode finalmente estremecer as relações entre a família Saud e os EUA. Afinal, que tipo de Estado é a Arábia Saudita?

De lá seguimos para o Extremo Oriente, para ver de perto a troca de farpas entre China e os EUA, com direito à capturar de espião e aprisionamento do diretor da Interpol. Tudo isso enquanto Kim Jong-un acertou mais um encontro com Trump e convidou o papa Francisco a visitar o país. Terminamos aqui na América Latina, com a morte de opositor na Venezuela, prisão de Keiko Fujimori no Peru e, claro, a repercussão internacional da eleição brasileira.

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Xadrez Verbal #151 Imran Khan

Depois de um breve recesso, Matias Pinto e Filipe Figueiredo retornam com um programa maior do que o costume. Quatro blocos de discussão, três giros de notícias e uma quinzena na História, um programa que realmente vale por dois!

Passamos pelas eleições paquistanesas, onde o ídolo do críquete Imran Khan foi eleito o Primeiro-ministro do país, na segunda vez em que o Paquistão passou por uma transição democrática em toda sua História.

Fomos até os EUA, com notícias de sua política interna e de sua política externa, em relação ao Irã, a Coreia do Norte e outros temas. Giramos pela África, com as visitas dos líderes da China e da Índia, notícias do Mali até Uganda e, claro, a eleição no Zimbábue. Voltamos pra América Latina e para as notícias brasileiras, incluindo a mais recente cúpula dos BRICS, para fechar esta edição, com apoio da editora Contexto!

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Xadrez Verbal #148 Eleições no México

Nesta semana, recebemos novamente a professora Ana Luisa Demoraes Campos, que nos brinda com uma completa explicação sobre a condenação brasileira no caso Vladimir Herzog, na Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Passamos pelo Velho Continente, com as notícias dos temas de migração e direitos autorais, além de aspectos internos dos países: De Portugal até a Rússia, com destaque para os protestos na Polônia contra a interferência do executivo no judiciário do país.
De lá, voltamos para a América Latina, mais precisamente no México, onde Andrés Manuel López Obrador foi eleito presidente do país, com uma histórica votação e amplo apoio no congresso. Aproveitamos e recorremos o resto da vizinhança e tivemos a volta da coluna da professora Vivian Almeida.

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Xadrez Verbal #147 Eleições na Turquia

Recebemos novamente a professora Monique Sochaczewski Goldfeld para comentar sobre a eleição de Recep Erdogan, agora como Presidente da Turquia em um sistema presidencialista. O que isso significa e quais os desafios que ele enfrentará? Também passeamos pela Europa, onde o assunto imigração dominou a pauta dessa semana, assim como uma força militar comum e notícias de cada país. Com destaque, claro, ao anúncio de uma cúpula entre Putin e Trump na Finlândia.

De lá vamos para a América Latina. O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, esteve no Brasil, e você vai saber o principal de como foi essa visita. Repercutimos notícias desde o Chile até o norte da região, com especial destaque ao pleito vindouro no México. Quais os principais candidatos, as pautas de destaque e a relação comercial entre México e Brasil.

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Xadrez Verbal #146 Direitos Humanos

Matias Pinto e Filipe Figueiredo recebem o historiador Andrew Traumann, autor do recém-lançado livro Os Colombianos, para comentar o resultado eleitoral no nosso vizinho. Quais incógnitas que ficam e o que a vitória de Ivan Duque representa?

Falando em eleições, fomos até a Turquia, onde teremos pleito neste final de semana. Quais os principais candidatos e o que muda no país, que agora será presidencialista?

Já no bloco principal voltamos aos EUA, com a saída do país do Conselho de Direitos Humanos da ONU e a repercussão da política migratória no que concerne crianças. Afinal, alguém tem razão ou é política partidária?

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Xadrez Verbal #143 Adeus Rajoy

Recebemos João Gabriel Almeida para comentar sobre as eleições colombianas e o vindouro segundo turno entre Iván Duque e Gustavo Petro. Aproveitamos e giramos pela nossa vizinhança, de Porto Rico até a Argentina, incluindo uma passadinha pelo Brasil. Vamos também ao Oriente Médio, onde são prometidas eleições na Líbia e tem greve de caminhoneiro também.
De lá fomos para a Europa, onde teve referendo sobre o aborto na Irlanda, primeiro-ministro destituído e novo governo na Espanha, e também confirmação do novo governo italiano, depois de desistência. Calma que você vai entender tudo, assim como na Ucrânia teve jornalista que morreu, mas passa bem.

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Post impulsionado é o novo tempo de TV

A legislação eleitoral das campanhas no Brasil para as redes sociais é sempre um amontoado de regras confusas que mudam a cada eleição. Este ano mais mudanças estão causando incertezas e deixando brechas para abusos de todo tipo: de poder econômico por candidatos, partidos e coligações, até abuso de autoridade por juízes seletivos que manipulam a legislação de acordo com suas convicções particulares. Um exemplo é a legislação sobre posts patrocinados nas redes sociais. Proibidos nos períodos eleitorais anteriores, o patrocínio de postagens foi liberado este ano.

Com isso, as candidaturas mais ricas terão um poder de exposição publicitária infinitamente maior do que candidaturas com poucos recursos. Se antes era o bom conteúdo (bom não significa “do bem”) que engajava o público, agora com dinheiro qualquer lixo poderá ganhar bastante visibilidade. Prepare seu mural para uma superexposição de políticos este ano.

A distribuição de verba do fundo partidário acontece de acordo com o tamanho das bancadas federais. Os cinco maiores partidos do Congresso receberão metade de todos os recursos do fundo eleitoral: PMDB, PT, PSDB, PP e PSD receberão, sozinhos, um montante de R$ 838 milhões. Serão R$ 215 milhões para o PMDB, R$ 199 milhões para o PT e R$ 175 milhões para o PSDB. Partidos como o PV, PSOL e PCdoB ficarão com cerca de 1 % destes recursos.

Com a permissão de posts e anúncios pagos nas redes sociais, a distorção publicitária, que já enorme nas televisões e rádios, será imensa também na internet. Como alertou o pesquisador e analista de redes, Fábio Malini, o impulsionamento de posts será o novo tempo de tevê. O aparato do sistema eleitoral estará a serviço do poder econômico de partidos e candidaturas, consolidando um processo eleitoral extremamente capitalizado e com potencial manipulativo.

Deveria ser, mas não é a livre circulação de ideias o que garante o bom funcionamento da nossa democracia. É a grana, muita grana na mão do departamento financeiro, código eleitoral na mão do departamento jurídico e todos de mãos dadas com o departamento de marketing. É assim se produz os nossos processos eleitorais, e não é por acaso que o Caixa 2 e as mutretas financeiras toma conta das campanhas com muitos recursos.

As ferramentas de gerenciamento de posts e anúncios pagos, como o Power Editor do Facebook, possuem capacidade de refinar volumes imensos de dados para que as equipes de publicitários e especialistas em mídia direcionem anúncios para públicos específicos com precisão cirúrgica. E quanto mais dinheiro, claro, maior o alcance das postagens.

Semana passada o ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Admar Gonzaga Neto, deu entrevista informando que, embora permitido, os patrocínios de postagens no período da pré-campanha podem configurar propaganda antecipada. Como tenho recebido na minha timeline diversos posts impulsionados, é de imaginar que possivelmente algumas multas vão acontecer aqui e ali.

Mas quem será multado?

Não acredito que o impulsionamento de posts deveria ser permitido. Ou melhor, se é pra ser permitido, que se permita a campanha explícita fora do período eleitoral propriamente dito. É uma forma de evitar o cinismo dos candidatos que fazem campanha antecipada fingindo que não estão fazendo. O que acontece com frequência, e ainda mais nas candidaturas com suporte jurídico milionário de advogados.

Temos um duplo problema: a propaganda paga na internet produzindo distorções do princípio de igualdade e abrindo margem para o abuso do poder econômico; e a falta de clareza das regras eleitorais tornando o quadro ainda mais nebuloso ao colocar mais poder na mão de juízes.

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Conexão Sudaca #160 Eleições na Colômbia

Com a volta de Léo e Gabri, nossos muchachos conversaram com João Gabriel Almeida, direto de Bogotá, que atuou como Coordenador de Comunicação para a FARC nas últimas eleições para o Senado.

Também analisamos a atuação das seleções sudacas que estarão na Rússia, no penúltimo teste antes da convocação final para a Copa do Mundo, além da homenagem a René El Loco Houseman, que nos deixou na última quinta-feira (22/03).

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